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Diretor do CNTC dos EUA renuncia devido à guerra no Irã

Chefe do Centro Nacional de Contra-Terrorismo renuncia, o mais alto integrante a deixar o governo por causa da guerra no Irã; afirma que Teerã não era ameaça iminente

House Homeland Security hearing entitled "Worldwide Threats to the Homeland," on Capitol Hill in Washington, D.C.
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  • O diretor do Centro Nacional de Contrainteligência (NCTC) dos EUA, Joseph Kent, pediu demissão nesta terça-feira, tornando-se o mais alto funcionário do governo Trump a deixar o cargo por causa da guerra no Irã.
  • Kent afirmou que Teerã não representava ameaça iminente aos Estados Unidos e que não poderia apoiar a continuação da guerra.
  • Em carta publicada no X, ele disse que a guerra foi iniciada devido à pressão de Israel e de seu lobby.
  • O governo não respondeu imediatamente a pedidos de comentário, e o Escritório do Diretor de Inteligência Nacional também não se manifestou.
  • Kent mantém relação próxima com a Diretora de Inteligência Nacional Tulsi Gabbard, que tem aparecido publicamente pouco desde o início do conflito com o Irã.

O diretor do National Counterterrorism Center (NCTC) anunciou sua renúncia nesta terça-feira, tornando-se o primeiro cargo de alto escalão da administração a sair devido à guerra no Irã. Kent afirmou que Teerã não representava uma ameaça iminente.

Em carta enviada ao presidente Trump e publicada na X, Kent disse que não pode apoiar o conflito em curso e que a guerra foi iniciada sob pressão de Israel e de seu principal lobby. A declaração enfatiza a falta de ameaça imediata ao país.

As autoridades de inteligência não comentaram o caso de imediato. Kent mantém relação próxima com a Diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, que tem aparecido pouco desde o início do conflito.

Analistas ponderam que a renúncia reflete tensões entre avaliações de riscos e decisões políticas em curso. O episódio ocorre pouco tempo após o início dos enfrentamentos entre EUA e Irã.

Contexto adicional: especialistas afirmam que, sob a legislação vigente, uma ameaça iminente costuma ser requisito para justificar ações militares, o que tem sido discutido nos bastidores. Fontes: Reuters.

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