- Manifestantes se reuniram em Washington, DC, Nova York e outras cidades para denunciar os ataques dos EUA ao Irã como guerra ilegal.
- Os protestos foram organizados por coalizões de esquerda e ocorreram em vários locais, incluindo perto da Casa Branca e na Times Square, em Nova York, com ações programadas também para o fim de semana em diversas cidades.
- A mobilização cobra atuação do Congresso para interromper o uso de força militar dos EUA contra o Irã, com a Ação Civil Liberties Union chamando atenção para a necessidade de autorização prévia do Congresso.
- Participantes criticaram a escalada militar e destacaram que os EUA costumam agir por interesses próprios, não pelo benefício de populações locais.
- As autoridades de segurança receberam alertas, com o FBI acompanhando possíveis ameaças, enquanto organizadores afirmaram que as manifestações visam defender a paz e rejeitar uma nova guerra no Oriente Médio.
Protestos contra ataques dos EUA no Irã ocorrem em várias cidades dos Estados Unidos após ataques de forças americanas e israelenses no Irã. Em Washington, DC, Nova York e outras cidades, manifestantes pedem que o governo encerre ações militares no Oriente Médio.
Relatos não confirmados de que o líder iraniano Ali Khamenei tenha morrido em ataques contribuíram para a comoção. Em meio a boatos, moradores de grandes centros se reuniram diante de locais como a Casa Branca e a Times Square para condenar o que classificam como uma agressão ilegal.
Ação organizada por uma coalizão de grupos de esquerda foi a favorecida pela mobilização. Participaram entidades como ANSWER Coalition, National Iranian American Council, American Muslims for Palestine, CodePink, Palestinian Youth Movement e Democratic Socialists of America, entre outras.
Satélite de Nova York registrou manifestações de centenas de pessoas que criticaram a decisão de Trump de ampliar conflitos no Irã sem aprovação do Congresso. Outros protestos ocorreram em cidades como Atlanta, Baltimore, Boston, Chicago, Denver, Los Angeles, Miami e Minneapolis.
Continuidade e desdobramentos
Organizadores divulgaram que novas ações aconteceriam em cidades menores no domingo, incluindo Albany, Ellensburg, Chattanooga, Decorah, Gainesville e Springfield. A justificativa apresentada é de que a ofensiva representa uma escalada não autorizada.
Entre as falas coletivas, manifestantes ressaltaram a necessidade de controle do uso da força militar pelo governo. Apoiadores de direitos civis lembraram que decisões de guerra devem ter autorização prévia do Congresso e criticaram a condução atual da política externa.
Autoras locais destacaram que, mesmo com o debate público, a população enfrenta desafios domésticos, como custo de vida e questões de imigração. O debate sobre o papel dos EUA no Oriente Médio permanece central para quem participa das manifestações.
Contexto e resposta institucional
A imprensa destacou que o FBI elevou o estado de alerta de contra-terrorismo e contra-inteligência em todo o país. Autoridades federais sinalizam monitoramento de possíveis ameaças à segurança interna.
Nesse cenário, entidades civis e parlamentares exigem ação rápida do Congresso para limitar o uso da força militar no Irã. A avaliação é de que decisões sobre guerra devem ter autorização explícita do Poder Legislativo.
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