- O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que a PF atua com isenção e sem direcionamento político ou ideológico em investigações, em meio às apurações sobre o Banco Master e o envolvimento de Lulinha.
- Rodrigues disse que a PF não protege nem persegue pessoas e que o trabalho é técnico e independente, durante cerimônia pelos 82 anos da corporação.
- Ele afirmou que, sob sua gestão, não houve direcionamento de investigações e que a PF não atua com agenda política.
- O discurso destacou a colaboração de outros órgãos, como o Banco Central, elogiando o presidente da instituição, Gabriel Galípolo, e o Coaf, elogiando Ricardo Saadi.
- O texto também menciona que, na sexta-feira, o ministro Alexandre de Moraes impôs restrições ao fornecimento de relatórios de inteligência financeira pelo Coaf.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que a PF atua com isenção e sem direcionamento político ou ideológico em suas investigações. A defesa ocorre em meio às apurações sobre fraudes ligadas ao Banco Master.
As investigações envolvem o empresário Daniel Vorcaro, preso, e autoridades dos Três Poderes. A PF sustenta que o trabalho é técnico e não visa proteger ou punir alguém com base em interesses externos.
O posicionamento foi feito durante evento que celebrou os 82 anos da instituição. Andrei reiterou que a PF não atua para favorecer qualquer grupo e que a gestão não admite direcionamentos.
Além disso, o diretor destacou a colaboração entre órgãos, citando o Banco Central como parceiro relevante. Ele elogiou a atuação do presidente do BC, Gabriel Galípolo, pelo suporte técnico.
Paralelamente, Andrei mencionou investigações sobre o roubo de aposentados e pensionistas por entidades associativas, com possíveis ligações ao empresário Lulinha, filho do presidente, sem atribuir culpabilidade direta.
Cooperação institucional e contexto regulatório
O chefe da PF destacou a importância do intercâmbio com o Coaf e outras instituições para o avanço das apurações no sistema financeiro, ressaltando a seriedade e a competência dos agentes públicos.
Recentemente, o STF confirmou restrições ao fornecimento de relatórios de inteligência financeira pelo Coaf, após divulgação de informações envolvendo integrantes da Corte e familiares, segundo divulgado na sexta-feira passada.
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