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PF prende foragido suspeito de desvios no INSS

PF prende foragido do núcleo financeiro da Operação Sem Desconto, responsável pela movimentação de recursos desviados do INSS

A fachada do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
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  • A Polícia Federal prendeu, nesta quarta-feira, 11, um dos últimos foragidos da Operação Sem Desconto, deflagrada em abril de 2025 para investigar desvios no INSS.
  • O suspeito não teve identidade informada pela PF e integrava o núcleo financeiro da organização criminosa, responsável pela movimentação dos recursos desviados.
  • A prisão ocorreu após investigação que localizou o investigado; ele foi encaminhado a uma unidade da PF e ficará à disposição da Justiça.
  • A operação envolve Careca do INSS, líder da quadrilha preso em setembro do ano passado; o suspeito atuava como contador do grupo.
  • Em abril do ano passado, PF e a Controladoria-Geral da União deflagraram a Sem Desconto para combater descontos não autorizados em aposentadorias; estima-se que cerca de R$ 6,3 bilhões tenham sido descontados entre 2019 e 2024.

Nesta quarta-feira 11, a Polícia Federal prendeu um foragido da Operação Sem Desconto, deflagrada em abril de 2025 para apurar desvios de recursos do INSS. O suspeito foi localizado após trabalho de investigação e encaminhado a uma unidade da PF, ficando à disposição da Justiça.

O homem não teve a identidade divulgada pela corporação. Ele integrava o núcleo financeiro da organização criminosa, respondendo pela movimentação e gestão dos recursos desviados, atuando como contador da quadrilha liderada por Antonio Carlos Antunes, o Careca do INSS, preso em setembro do ano passado.

Entenda o caso

A Operação Sem Desconto, realizada pela PF em parceria com a CGU, combate descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões. Estima-se que entidades investigadas descontaram, entre 2019 e 2024, aproximadamente R$ 6,3 bilhões de aposentados e pensionistas.

As fraudes e os responsáveis pela organização também são alvo de apuração pela CPMI do INSS no Congresso Nacional, que acompanha as investigações em curso. A PF não informou novas prisões ou desfechos até o momento.

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