- Um garoto de 9 anos descreveu o ataque mortal na Islamic Center of San Diego, dizendo ter visto coisas ruins e se escondido em um armário com colegas durante o tiroteio.
- Ele disse que, após serem reunidos em salas de aula, ouviram 12 a 16 tiros adicionais enquanto estavam retraídos.
- Quando a operação policial terminou, as crianças saíram com as mãos erguidas, passando por um grupo de membros da polícia tática e vendo corpos no local.
- Três adultos ligados ao centro foram mortos, incluindo um segurança; dois atiradores, de 17 e 18 anos, também morreram.
- A investigação foca em crime de ódio; há uma nota encontrada pela mãe de um dos suspeitos e relatos de retórica de ódio associada ao ataque.
Um menino de 9 anos relatou ter testemunhado o ataque a uma mesquita em San Diego, ocorrido na segunda-feira, no complexo que abriga a Islamic Center of San Diego. A criança disse que viu várias cenas traumáticas e se abrigou em uma sala de aula.
Odai Shanah afirmou estar entre dezenas de crianças forçadas a se reunir em salas de aula durante o tiroteio. Ele contou que ouviu disparos vindos de fora e que, após serem acolhidos no closet, ouviram mais tiros, entre 12 e 16 jatos adicionais.
Ao saírem do prédio, o grupo foi escoltado por uma equipe de polícia especial, que abriu a porta da sala. Shanah descreveu ver pessoas caídas ao redor, com as mãos erguidas, após a saída em fila.
Três adultos ligados ao centro foram mortos no ataque, incluindo um segurança que, segundo a polícia, teve papel crucial na contenção de perdas. Dois atiradores, com 17 e 18 anos, também morreram.
Os jovens que estavam na mesquita foram levados para um local seguro durante a operação policial. A criança disse que suas pernas tremiam e que sentia dor na cabeça e nas mãos ao deixar o local.
A polícia de San Diego informou que o caso é investigado como possível crime de ódio. A autoridade mencionou a existência de uma nota encontrada pela mãe de um dos suspeitos, sugerindo motivação ligada a discurso de ódio generalizado.
O comissário-chefe Scott Wahl afirmou que havia linguagem de ódio envolvida, sem que houvesse ameaça específica a qualquer instituição. A apuração segue para confirmar autores, motivação e circunstâncias do episódio.
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