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Mensagens apontam que agente da PF ofereceu serviços a grupo ligado a Vorcaro

Agente da Polícia Federal é alvo da sexta fase da Compliance Zero por oferecer serviços ilegais ao grupo ligado a Daniel Vorcaro, com acesso a dados oficiais

Henrique Vorcaro, pai de Daniel, é levado para IML após ser preso pela PF
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  • A Sexta fase da Operação Compliance Zero envolve mensagens em que um agente da Polícia Federal se oferecia para prestar serviços ilegais ao grupo ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro, conhecido como “A Turma”.
  • Segundo as mensagens apreendidas, o agente Anderson Wander da Silva Lima, da Delegacia Especial do Aeroporto do Rio de Janeiro, mantinha atuação estável com Marilson Roseno da Silva desde agosto de 2023, repassando informações sigilosas mediante remuneração.
  • Em 20 de setembro de 2023, Anderson enviou áudio dizendo que precisava de uma “coisinha boa” e gostaria de fazer “uns trabalhinho[s]”, indicando a disposição de atuar para o grupo.
  • Em fevereiro de 2024, Marilson solicitou informações de um inquérito sobre crime financeiro relacionado a Vorcaro; o agente pediu aos colegas da PF acesso ao material, mas foi repreendido por encaminhar o processo integral.
  • A decisão do ministro André Mendonça aponta que Anderson tinha acesso privilegiado a bancos de dados oficiais e era acionado pela rede de Marilson para investigações de interesse do núcleo Vorcaro, incluindo relatos sobre o pai do banqueiro, Henrique Vorcaro.

O que aconteceu

Agente da Polícia Federal seria alvo de nova fase da Operação Compliance Zero por oferecer serviços ilegais a um grupo ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro. A informação veio à tona por meio de mensagens apreendidas pela PF.

Quem está envolvido

Participantes do núcleo conhecido como A Turma teriam promovido ameaças a adversários de Vorcaro. O policial federal Anderson Wander da Silva Lima, da Delegacia Especial de Polícia Federal no Aeroporto do Rio, é apontado como interlocutor do grupo. Marilson Roseno da Silva, policial federal aposentado, também integra o núcleo.

Quando e onde ocorreu

As investigações destacam contatos desde agosto de 2023, com ações ocorridas principalmente entre Rio de Janeiro e, em alguns relatos, o Chile. A nova fase da operação foi autorizada pelo ministro do STF André Mendonça em 14 de maio de 2026.

Por que houve investigação

A PF aponta que Anderson atuou de forma estável junto a Marilson desde 2023, repassando informações sigilosas mediante remuneração. Relatos indicam que o policial tinha acesso a bancos de dados oficiais e era acionado para atender demandas da organização vinculada a Vorcaro.

Desdobramentos relevantes

Relatos detalham um áudio enviado por Anderson em setembro de 2023, em que manifestava interesse em realizar “trabalhinhos”. Em fevereiro de 2024, houve solicitação de informações de um inquérito sobre crime financeiro envolvendo Vorcaro, com novas solicitações a outros colegas da PF.

Contexto institucional

A decisão judicial destaca a gravidade da atuação do agente, que supostamente integrava um circuito de demandas futuras e recebimento de remuneração. A investigação também aponta que Marilson recorreu a Anderson para sondar investigações sigilosas de interesse direto do núcleo Vorcaro.

Fontes e referência

As informações estão na decisão do ministro André Mendonça, que autorizou a nova fase da Compliance Zero. O material descreve contatos entre Anderson Wander da Silva Lima e Marilson Roseno da Silva, bem como pedidos de informações sigilosas.

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