- Dois homens britânicos, de 47 e 45 anos, foram liberados sob caução após prisão por suspeita de incêndio criminoso com intenção de colocar em risco a vida, ligado a quatro ambulâncias de uma instituição judaica em north London.
- O ataque ocorreu em Golders Green, perto da sinagoga Machzike Hadath, e as ambulâncias eram operadas pela Hatzola Northwest, organização judaica voluntária.
- A polícia metropolitana (Met) informou que as investigações, lideradas pela divisão de contra-terrorismo, continuam e que há cadastro de novas buscas em endereços no Kilburn, King’s Cross e mais dois locais no noroeste de Londres.
- O comissário-responsável afirmou que existem condições de caução rigorosas e que a polícia trabalha para identificar todos os envolvidos, pedindo informações à população.
- A polícia havia classificado o caso como crime de ódio antijudaico, com vídeos de câmeras de segurança indicando a possível participação de pelo menos três pessoas.
Two homens britânicos foram liberados sob caução após prisão relacionada a suposto ataque com fogo a quatro ambulâncias de uma instituição judaica no norte de Londres. Eles tinham 47 e 45 anos e foram presos na quarta-feira sob suspeita de incêndio com potencial de colocar vidas em risco, em Golders Green. Na quinta-feira, a polícia metropolitana informou a soltura com a condição de caução até abril, enquanto a investigação segue.
A polícia realizou buscas em endereços nas áreas de Kilburn e King’s Cross, em Londres, onde os homens teriam sido detidos. Também foram feitas buscas em dois outros imóveis no noroeste da cidade, segundo a Met. A investigação é liderada pela Counter Terrorism Command, da polícia de Londres.
A organização envolvida, Hatzola Northwest, é uma instituição judaica criada em 1979 para oferecer transporte médico e resposta a emergências, com atuação voluntária. A polícia informou que o incidente é tratado como possível crime de ódio antissemita e que as investigações continuam para identificar todas as pessoas envolvidas.
O Comandante Helen Flanagan destacou que, embora os suspeitos estejam em liberdade, permanecem sob condições de caução e que a polícia segue apurando informações. A Met vê a necessidade de manter a população informada e reforça o apelo para quem tiver dados entrar em contato, sem acrescentar novas pistas neste momento.
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