- A Independent Office for Police Conduct investiga como a polícia de Hertfordshire lidou com denúncias de abuso sexual feitas por três mulheres contra Andrew Tate.
- O caso foi encerrado em 2019, após uma investigação de quatro anos, e agora está sob escrutínio pela forma de atendimento das queixas.
- Um ex-detective constable pode responder a acusações de má conduta grave por supostas falhas na investigação.
- Dois antigos sargentos-detectives que supervisionaram a apuração também são investigados por suposta conduta inadequada.
- As vítimas já levaram as alegações ao tribunal superior e o processo civil está marcado para ocorrer em junho deste ano; o CPS avalia se apresentará acusações.
O watchdog independente de conduta policial (IOPC) investiga como a polícia de Hertfordshire lidou com acusações de abuso sexual feitas por três mulheres contra o influenciador Andrew Tate. A investigação interna acompanha o caso encerrado em 2019, após quatro anos de apuração.
Segundo a IOPC, um ex-detective constable pode enfrentar procedimentos de má conduta grave por supostos erros na investigação, e dois ex-sargentos responsáveis pela supervisão também respondem por alegações de má conduta.
As três mulheres que registraram as denúncias, por meio de seus advogados, disseram que a IOPC tomou medidas para apurar possíveis problemas no tratamento das ocorrências. Elas afirmam que desejam que evidências sejam avaliadas de forma completa e justa.
Contexto jurídico e próximos passos
Os relatos de Tate incluem acusações de violência sexual, que foram levadas ao tribunal civil junto com uma quarta mulher. Documentos judiciais indicam que uma vítima temeu o uso de arma de fogo durante um incidente em 2015.
As acusações também descrevem agressões com cinto, estrangulamento e ameaças. Os advogados de Tate negaram veementemente as acusações, afirmando que as alegações são falsas e não comprovadas.
O processo civil está marcado para acontecer em junho. As ações legais tratam ainda do direito das vítimas de revisão diante da decisão do CPS de não autorizar acusação.
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