- Um morador de Clyst Honiton, em Devon, afirma que seu labrador encontrou no quintal uma garrafa de vidro azul com a inscrição “Not to be taken”.
- A descoberta pode estar ligada ao caso de envenenamento do marido, William Ashford, pela esposa Mary Ann Ashford, em 1865, cuja residência seria vizinha.
- Mary Ann Ashford foi enforcada em Exeter, diante de cerca de vinte mil pessoas, em um episódio que, segundo relatos, contribuiu para o fim das execuções públicas na Inglaterra nas décadas seguintes.
- O dono do cão, Paul Phillips, disse que o animal retornou repetidamente ao mesmo local e que a garrafa poderia ter sido usada pela acusada.
- Relatos históricos indicam que Mary Ann foi acusada de assassinato por envenenamento com arsênico para ficar com a herança; o julgamento ocorreu em março de 1866.
Um cão de estimação pode ter revelado uma peça de evidência ligada a um caso de assassinato do século XIX em Devon. Paul Phillips, 49 anos, afirmou que seu labrador Stanley encontrou uma garrafa azul no quintal, em Clyst Honiton, com a inscrição não ingerir.
A descoberta levou Phillips a rememorar o caso de William Ashford, morto por envenenamento com arsênico supostamente pela esposa Mary Ann Ashford em 1865. Pesquisas indicam que o casal pode ter vivido próximo da propriedade.
Mary Ann Ashford teria sido executada em Exeter, frente a uma multidão de cerca de 20 mil pessoas, em uma condenação marcada pela execução pouco eficaz. A audiência teria contribuído para o fim das execuções públicas na Inglaterra, ainda na década de 1860.
Conexões históricas sob análise
Phillips disse ter encontrado relatos online que sugerem um possível envolvimento romântico de Mary Ann com um homem bem mais jovem. Segundo as informações, ela foi acusada de planejar o homicídio para o ganho da herança.
O proprietário afirma que o caso o intrigou e que o local vizinho poderia ter sido a residência do casal em 1865. A garrafa azul, diz ele, pode ter ligação com o enredo de envenenamento ou com o uso de materiais de época.
A publicação de fontes locais aponta para uma linha de investigação popular, sem confirmação oficial sobre a origem da garrafa ou a ligação direta com o crime. Ainda não houve confirmação de autoridades sobre o achado.
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