- O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, disse que a PF investigará o Caso Master “até o fim” em evento na Federação Brasileira dos Bancos, em São Paulo.
- Ele afirmou que a corporação “não será intimidada”, mesmo diante de ataques considerados covardes e inaceitáveis.
- Rodrigues mencionou vazamentos de conversas entre Daniel Vorcaro, ex-CEO do Master, e sua ex-namorada Martha Graeff, com menção a encontros com senadores e com o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.
- Segundo ele, as mensagens criam ruído e não refletem o que importa, que seria uma fraude do sistema financeiro de dezenas de bilhões de reais.
- Nesta quarta-feira, a PF pediu ao ministro relator André Mendonça a prorrogação do inquérito por 60 dias; o pedido foi acolhido e a apuração tramita no STF desde novembro do ano passado.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta quarta-feira 18, em evento na Federação Brasileira dos Bancos, em São Paulo, que a PF continuará investigando o Caso Master até o fim. Ele afirmou que a corporação não será intimidada durante as apurações.
A PF tem acompanhado vazamentos de conversas entre Daniel Vorcaro, ex-CEO do Master, e sua ex-namorada Martha Graeff, que mencionam encontros com senadores e com o ministro Alexandre de Moraes. Segundo Rodrigues, tais conteúdos geraram ruído sobre o foco da investigação, que envolve uma possível fraude no sistema financeiro de dezenas de bilhões de reais.
Nesta quarta-feira, a PF pediu ao STF, ao ministro André Mendonça, a prorrogação de 60 dias para as apurações. O pedido foi acolhido, mantendo o processo na Corte desde novembro do ano passado.
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