- O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, disse que a instituição “investigará todos aqueles que tiverem que investigar”.
- A fala faz referência aos inquéritos sobre fraudes no banco Master e às fraudes bilionárias do INSS.
- Rodrigues afirmou que a PF não será intimidada e continuará o trabalho técnico, cumprindo a lei e a Constituição.
- A PF enviou a perícia de celulares apreendidos no caso Master para São Paulo, com oito dispositivos pertencentes a Vorcaro.
- No inquérito do INSS, há pedido de quebra de sigilo bancário ao STF envolvendo o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, além de menções a pagamentos de mesadas a ele por meio de uma amiga de Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta quarta-feira, 18, que a PF vai investigar todos os alvos que forem necessários, dentro do devido processo legal. A declaração ocorreu durante um discurso na Febraban, em São Paulo.
Rodrigues ressaltou que a PF não será intimidada por qualquer grupo. O objetivo é manter a atuação técnica da instituição, conforme ele informou, citando casos de fraudes investigados pelo órgão.
APF detalhou que tem atuado com ataques de ataques virtuais e ataques disseminados nas redes sociais, segundo o diretor. O foco está nos desvios do sistema financeiro e em apurações em curso sobre o Master e o INSS.
Avanços nas investigações
Celulares e notebooks apreendidos no caso Master foram enviados a São Paulo para acelerar perícias, conforme apuração da CNN. Parte dos itens está concentrada em Brasília e há 70 a 80 aparelhos sob avaliação, incluindo oito de Daniel Vorcaro.
A PF investiga também um envelope encontrado na residência de Vorcaro em Brasília, contendo indicações de ligação com o Congresso, o que despertou interesse dos investigadores na relação com parlamentares.
Inquérito do INSS
Em outro foco, o inquérito do INSS envolve possíveis vínculos com políticas públicas e já envolve elementos do STF. A PF pediu a quebra de sigilo bancário de um filho do presidente, em relatório encaminhado aos tribunais.
Segundo a PF, há registros de pagamentos relacionados a pessoas ligadas ao INSS, com apontamentos sobre supostos repasses que teriam ligação com interesses políticos. As autoridades negam que haja qualquer conclusão prematura.
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