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PF diz não editar conversas de equipamentos apreendidos após vazamentos

PF afirma que não edita nem manipula dados de aparelhos apreendidos; vazamentos não envolvem conteúdo da vida privada e investigação segue, com apuração em curso

PF divulgou nota após vazamentos
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  • A Polícia Federal afirmou que não edita, não seleciona e não manipula dados de equipamentos apreendidos, em meio aos vazamentos de conversas de Daniel Vorcaro.
  • A PF destacou padrões rigorosos de segurança e o respeito à privacidade e aos direitos fundamentais durante as investigações.
  • Os relatórios da Operação Compliance Zero não continham informações da vida privada dos investigados; materiais apreendidos estão com a PF desde novembro de 2025 e com a Procuradoria-Geral da República desde janeiro de 2026.
  • Dados extraídos dos aparelhos de Vorcaro foram enviados à CPMI do INSS e, posteriormente, divulgados pela imprensa; o ministro André Mendonça autorizou o compartilhamento com filtragem para que apenas conteúdos pertinentes fossem encaminhados.
  • O conteúdo inclui conversas pessoais entre Vorcaro e a ex-namorada; o jornal O Globo afirmou que houve troca de mensagens com o ministro Alexandre de Moraes, que nega.

Após o vazamento de conversas íntimas de Daniel Vorcaro, a Polícia Federal afirmou que não edita nem manipula dados de equipamentos apreendidos. A PF ressaltou que as investigações seguem padrões de segurança e respeito à privacidade.

A corporação afirmou que os relatórios da Operação Compliance Zero não continham informações da vida privada dos investigados. Também informou ter solicitado ao ministro André Mendonça, do STF, a abertura de apuração sobre a divulgação indevida de dados sigilosos.

Segundo a PF, nenhum documento da polícia judiciária ou da própria operação continha conteúdos irrelevantes para a instrução do caso. O material apreendido permanece sob guarda da PF desde novembro de 2025 e da Procuradoria-Geral da República desde janeiro de 2026.

Dados extraídos de aparelhos de Vorcaro foram encaminhados à CPMI do INSS e, posteriormente, à imprensa. O ministro Mendonça autorizou o compartilhamento com a CPMI, com a exigência de filtragem para manter apenas conteúdos pertinentes aos trabalhos.

Conteúdo divulgado incluiu mensagens privadas entre Vorcaro e a então namorada. Além disso, a imprensa revelou supostas mensagens de WhatsApp entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, do STF, na época de prisão dele em novembro do ano passado. Moraes negou as informações.

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