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PF investiga morte de Sicário, operador de Vorcaro, em carceragem da corporação

PF abre inquérito para apurar morte de Sicário, preso na Operação Compliance Zero, que atentou contra a própria vida na custódia; morte no Hospital João XXIII

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como 'Sicário'. Foto: Reprodução
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  • A Polícia Federal instaurou inquérito para apurar a morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, preso na quarta-feira durante a operação Compliance Zero, em Belo Horizonte.
  • Mourão, conhecido como “Sicário”, tentou suicídio sob custódia da PF na superintendência mineira e morreu horas depois no Hospital João XXIII; a morte encefálica foi confirmada por volta das 21h.
  • A PF informou ter comunicado o caso ao gabinete do ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal, e que encaminhará os registros em vídeo da ocorrência.
  • O caso envolve investigação de fraudes financeiras associadas ao Banco Master; Mourão seria peça central do grupo, monitorando pessoas, obtendo informações ilegalmente e intimidando.
  • Segundo a PF, Mourão atuaria a serviço do banqueiro Daniel Vorcaro, com remuneração estimada em torno de 1 milhão de reais por mês; a defesa afirma que ele estava fisicamente e mentalmente estável antes do episódio.

A Polícia Federal abriu um inquérito nesta quinta-feira, 5, para apurar as circunstâncias da morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, preso na Operação Compliance Zero. Mourão se feriu a si próprio enquanto estava sob custódia na superintendência da PF em Belo Horizonte.

Ele foi socorrido ao Hospital João XXIII após o afastamento de risco, porém faleceu horas depois. A PF informou que a morte encefálica foi confirmada por volta das 21h. A corporação também disse que encaminhará os registros em vídeo do ocorrido ao gabinete responsável.

Mourão era alvo de investigação que apura fraude financeira ligada ao Banco Master. As apurações indicam que ele integrava o grupo que monitorava investigados, buscava informações de forma irregular e promovia ações de intimidação, segundo a PF. A atuação dele seria vinculada ao banqueiro Daniel Vorcaro, apontado como líder da organização, com estimativa de remuneração mensal de cerca de 1 milhão de reais.

A defesa de Mourão afirmou que o preso estava bem no dia da prisão e acompanhou a situação no hospital. Os advogados disseram que estão confiantes em informações oficiais sobre o estado de saúde do investigado. O caso segue sob apuração da Polícia Federal, com a divulgação de novas informações conforme houver registros oficiais.

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