- A morte de um suspeito no Caso Master exige apuração séria, independente e transparente, afirma o senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS.
- Ele disse que vai cobrar informações da Polícia Federal e solicitar acompanhamento do Ministério da Justiça sobre a tentativa de suicídio de Luiz Philipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário” do banqueiro Vorcaro; a PF abriu protocolo para atestar morte cerebral.
- Viana pediu que a investigação tenha acompanhamento de uma equipe independente para esclarecer o que aconteceu, destacando que a morte dentro de uma unidade prisional é grave.
- Sobre o Caso Master, ele mencionou vazamentos de comunicações e acusou Vorcaro de usar o poder econômico para ameaçar autoridades e jornalistas; afirmou que é necessário apurar tudo rapidamente.
- Na CPMI do INSS, Viana afirmou que há pressões políticas no Congresso, negou que o presidente do Senado tenha pedido para impedir votações e disse que pretende usar a prisão de Vorcaro para ampliar a CPMI, com 11 presos no núcleo central.
O senador Carlos Viana afirmou que a morte de um suspeito na investigação do Caso Master exige apuração séria, independente e transparente. Viana, do Podemos-MG, é presidente da CPMI do INSS e concedeu entrevista ao UOL News.
Segundo ele, a Polícia Federal abriu protocolo para atestar a morte cerebral de Luiz Philipi Machado de Moraes Mourão, preso na visita à cidade de Belo Horizonte. A investigação envolve o banqueiro Daniel Vorcaro e o que teria sido um esquema com possível uso de poder econômico para pressionar autoridades e veículos de imprensa.
Viana informou que vai oficializar o diretor-geral da PF e pedir acompanhamento do Ministério da Justiça, com participação de uma equipe independente, para esclarecer o que aconteceu. A morte ocorreu dentro de uma unidade prisional sob tutela do Estado.
CPMI do INSS e relação com o Caso Master
O parlamentar comentou que há pressões políticas no Congresso para dificultar o avanço das investigações da CPMI. Disse ainda que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não solicitou interferência para impedir votações.
Para ele, os desvios de verba do INSS teriam relação com o Caso Master. Viana afirmou que pretende aproveitar a prisão de Vorcaro para ampliar a atuação da CPMI no Legislativo, mantendo o foco na transparência do processo.
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