- Policiais de Bangkok atuaram disfarçados como dançarinos de leão em um feirăo de templo para o Ano Novo Lunar, com o objetivo de prender um suspeito de furtos.
- A operação resultou na prisão do suspeito, que tem histórico de fugas, acusado de furtar artefatos budistas no valor de £47.717.
- O capităo Lertvarit Lertvorapreecha afirmou que a dança foi espontânea e que ninguém treinou; ele acabou usando, por engano, a máscara de um colega.
- Disfarces variados já foram usados para surpreender criminosos, incluindo figurinos de folhagem, trabalhadores da construção e até um lutador de Lycra; os vídeos ganharam destaque online.
- O batalhăo nega que as ações visem apenas conteúdo para redes sociais, garantindo prisões reais e destacando o compromisso no combate ao crime.
A polícia de Bangkok realizou uma operação disfarçada para prender um suspeito de furtos com histórico de evasão. Os oficiais atuaram como dançarinos de um leão em uma feira de templo durante o Ano Novo lunar. A ação visava um ladrão profissional com passagem pela polícia.
Em menos de 24 horas de preparação, a equipe do Bureau Metropolitano montou o disfarce e desarticulou o alvo. O capitão Lertvarit Lertvorapreecha confirmou que a encenação foi improvisada, sem prática prévia, e que o objetivo era surpreender o suspeito no momento em que ele menos esperava.
Operação e objetivos
Durante a apresentação, crianças se aproximaram para participar e curiosos riram, mas a prisão ocorreu de forma rápida, com o suspeito sendo dominado no chão entre o tecido vermelho e dourado. Ele está detido e aguarda julgamento, acusado de furtar artefatos budistas no valor de 47.717 libras.
Segundo a polícia, a tática de disfarce já foi utilizada em casos anteriores para capturar criminosos com histórico de fuga. O objetivo é surpreender os alvos em momentos de distração, quando estão entre atividades festivas ou rotineiras.
Contexto e resposta pública
O núcleo policial afirma que as ações levaram a prisões reais, não apenas a conteúdo para redes sociais. O uso de disfarces busca capturar criminosos perigosos ou que costumam fugir durante a abordagem.
O capitão Lertvarit ressaltou que o método se baseia em trabalho de campo e perfil criminal. Ele comentou que o suspeito, que já confessou parte dos furtos, portava uma faca no momento da prisão e era conhecido pela capacidade de fuga.
A repercussão pública tem sido mista, com reconhecimentos de eficiência em parte da população e preocupação com integridade institucional em outras pesquisas. A polícia mantém o discurso de combate ao crime, destacando que a violência não é tolerada.
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