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Polícia mira quadrilha suspeita de golpes pela internet

Polícia Civil deflagra operação contra quadrilha de golpes pela internet; mais de cinquenta mandados de prisão em SP, MG e DF, com bloqueio de 86 contas que podem chegar a 100 milhões

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
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  • A Polícia Civil de São Paulo deflagrou operação contra quadrilha acusada de golpes pela internet, com atuação em São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, visando mais de cinquenta pessoas com mandados de prisão temporária.
  • Até a publicação, não havia balanço oficial sobre o número de presos; a ação também cumpre cento e vinte mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos suspeitos.
  • Entre os golpes, aparecem o “golpe do falso advogado” e o “golpe da mão fantasma”, que envolvem fraude e invasão remota de dispositivos.
  • A Justiça bloqueou valores em 86 contas, com possibilidade de chegar a cem milhões de reais; foram identificados mais de trinta imóveis, além de centenas de veículos e embarcações.
  • Os investigadores apontam o uso de plataformas de apostas e fintechs para movimentar os recursos, com apuração também sobre lavagem de capitais.

A Polícia Civil de São Paulo deflagrou uma operação contra uma quadrilha suspeita de golpes pela internet. Segundo a investigação, o grupo atuava com fraudes como o “golpe do falso advogado” e o “golpe da mão fantasma”. As buscas ocorrem em São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal, e mais de 50 pessoas são alvo de prisões temporárias.

A ação também envolve o cumprimento de 120 mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos suspeitos. A polícia não confirmou o número de presos até o momento, mas informou que a operação continua em andamento.

Estrutura financeira e ativos

A Justiça determinou o bloqueio de valores em 86 contas bancárias, com estimativa de até 100 milhões de reais em algumas delas. Além disso, o Ministério Público já identificou mais de 30 imóveis ligados ao grupo, bem como centenas de veículos e embarcações.

De acordo com a polícia paulista, os investigados utilizavam plataformas de apostas e fintechs para movimentar os recursos obtidos com os golpes. Os investigadores também apuram o crime de lavagem de capitais.

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