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FBI não divulgará evidências do tiroteio de Alex Pretti, afirma Minnesota

Autoridades de Minnesota acusam o FBI de não compartilhar evidências do caso Alex Pretti, exigindo apuração imparcial e acesso a informações para investigação completa

A resident keeps watch for federal agents on a Minneapolis street on 29 January 2026.
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  • O FBI informou formalmente à BCA que não compartilhará evidências ou informações relacionadas ao disparo de Alex Pretti, ocorrido em 24 de janeiro em Minneapolis.
  • Pretti foi morto por agentes da Alfândega e Proteção de Fronteiras durante operações de fiscalização migratória na cidade, na era Trump.
  • O governador de Minnesota, Tim Walz, pediu uma investigação imparcial sobre os tiroteios em Minneapolis, criticando a recusa do FBI em fornecer dados.
  • A BCA afirmou que continuará buscando vias legais para obter acesso a informações relevantes e manterá a investigação conjunta, mesmo com limitações de acesso.
  • A conjuntura envolve outros incidentes de violência durante as operações migratórias, incluindo os tiroteios de Renee Good e Julio Sosa-Celis, e reações políticas de democratas e republicanos.

O FBI não disponibilizou evidências da investigação sobre a morte de Alex Pretti, informou a autoridade estadual de Minnesota. A BCA (Bureau of Criminal Apprehension) afirmou ter sido avisada pelo FBI de que não compartilhará informações relativas ao caso.

Pretti, enfermeiro do Department of Veterans Affairs, foi morto em 24 de janeiro por agentes da Customs and Border Protection (CBP) em Minneapolis, durante a ofensiva de fiscalização de imigração da administração Trump. A ação ocorreu dois dias após incidentes envolvendo Renee Good e dez dias após o disparo contra Julio C Sosa-Celis.

Contexto e respostas oficiais

O governador de Minnesota, Tim Walz, pediu uma apuração imparcial sobre os incidentes em Minneapolis. Ele afirmou que o “lado esquerdo de Trump não pode investigar o que fez o direito” e destacou que as famílias das vítimas merecem uma investigação independente.

Drew Evans, superintendente da BCA, disse que a falta de cooperação é preocupante, mas que o órgão continua comprometido com investigações independentes e transparentes. A BCA afirmou que continuará buscando vias legais para acessar informações e evidências relevantes.

Até o momento, o FBI não comentou o caso. A agência já se recusou a disponibilizar informações sobre os casos de Good e Sosa-Celis, o que levou a BCA a interromper a apuração sobre a morte de Good.

Outros casos ligados ao ciclo de operações

A administração Trump enviou, em dezembro, agentes federais para a área de Minneapolis em uma operação chamada “Operation Metro Surge”, realizada durante uma onda de ações de imigração. O objetivo era abordar supostos imigrantes sem documentação adequada.

Tanto democratas quanto republicanos têm feito clamores por investigações independentes sobre os tiroteios em Minneapolis. Pretti e Good eram civis presentes no local durante as operações, observando a atuação das autoridades.

Sosa-Celis foi atingido na perna por um oficial do ICE, em meio a controvérsias sobre as versões oficiais do incidente. Em fevereiro, dois agentes do ICE foram afastados durante apuração sobre possível mentira ao prestar depoimento.

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