- A Operação Carnaval da polícia de São Paulo prendeu 33 pessoas nas ruas desde o dia 31 de janeiro, com crimes principais de furto de celulares, venda de bebida adulterada e estelionato.
- No sábado, policiais civis fantasiados de Scooby-Doo prenderam três criminosos que furtavam celulares em um bloco na região da República; oito aparelhos foram recuperados.
- No Ibirapuera, quatro pessoas foram presas por furto de celulares; cinco adolescentes foram apreendidos pelo mesmo crime durante patrulhamento preventivo.
- No início do mês, nos dias 7 e 8 de fevereiro, 11 pessoas foram presas por venda de bebida adulterada, estelionato e furto de celulares.
- A Polícia Militar iniciou esquema com policiais femininas para acolhimento de vítimas de importunação sexual, com o programa Cabine Lilás em atuação pelo 190 e 100% do efetivo formado por mulheres.
A Polícia Civil de São Paulo já prendeu 33 pessoas desde o dia 31 de janeiro em ações da Operação Carnaval, realizadas nas ruas da capital. Os detidos atuavam principalmente em furtos de celulares, venda de bebida adulterada e estelionato, conforme levantamento policial.
No último sábado, três criminosos foram presos no centro, na região da República, por furtarem celulares durante um bloco. Os agentes, que atuavam fantasiados de Scooby-Doo, recuperaram oito aparelhos entre as pessoas detidas.
Também neste sábado, no parque do Ibirapuera, quatro indivíduos foram presos por furto de celulares, e cinco adolescentes foram apreendidos durante patrulhamento preventivo. No início do mês, entre 7 e 8 de fevereiro, 11 pessoas foram presas por furto, estelionato e venda de bebida adulterada. No fim de semana anterior, 12 integrantes de uma quadrilha ligada a crimes patrimoniais foram presos na Barra Funda, ligados a desfiles de blocos.
Segurança para mulheres no Carnaval
A Polícia Militar de São Paulo implementou um esquema específico para o público feminino durante o Carnaval na capital. Policiais femininas atuam no acolhimento imediato de vítimas de importunação sexual e na prisão de agressores.
As oficiais mantêm contato constante com o programa Cabine Lilás, vinculado ao Centro de Operações da PM. O programa atende pelo 190 e tem todo o efetivo formado por mulheres.
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