- A Polícia Civil indicou os proprietários da academia C4 Gym, onde Juliana Faustino Bassetto, 27 anos, morreu após usar a piscina.
- Segundo a investigação, um funcionário preparou cloro para a água, mas deixou o preparo próximo das pessoas, que inalaram vapores e ficaram intoxicadas.
- Juliana morreu após sofrer parada cardíaca; o marido dela também foi intoxicado e está internado em estado grave; outras seis pessoas são suspeitas de intoxicação.
- Os donos da academia prestaram depoimento na noite de quarta-feira 11 e foram liberados.
- O Ministério Público acompanha a possibilidade de regularização das demais unidades da rede C4 Gym; as investigações continuam.
A Polícia Civil de São Paulo indiciou os proprietários da academia C4 Gym, onde Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, morreu após suposta intoxicação pela piscina. Ao menos sete pessoas teriam sido intoxicadas, incluindo o marido de Juliana. A investigação busca esclarecer as circunstâncias do ocorrido na zona leste da capital.
A professora Juliana faleceu no sábado, após usar a piscina do estabelecimento. Segundo a Polícia Civil, um funcionário teria preparado cloro para a água, deixando o preparo próximo aos frequentadores, que inalaram vapores químicos. Juliana passou mal rapidamente, foi encaminhada ao hospital, mas sofreu parada cardíaca e não resistiu. O marido dela também ficou internado em estado grave.
Quase todos os demais atingidos já apresentaram sintomas semelhantes. A polícia informou que o funcionário não atuava como piscineiro e que a academia não possuía alvará de funcionamento. Os empresários prestaram depoimento na noite de quarta-feira 11 e foram liberados.
Situação regulatória do empreendimento
Segundo a investigação, a academia permanece sem alvará. O Ministério Público de São Paulo acompanha o caso para apurar as condições de regularização de outras unidades da rede C4 Gym.
Avanços das apurações
As investigações continuam para confirmar responsabilidades e confirmar se houve falha na gestão de produtos químicos. As autoridades estudam se houve negligência, erro humano ou falha de equipamentos. Novos depoimentos devem ser marcados.
A apuração envolve a Polícia Civil e o Ministério Público, com foco em entender o que ocorreu, quais medidas de segurança faltaram e se houve responsabilização dos responsáveis pela manutenção e operação da piscina.
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