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Piloto é preso suspeito de integrar rede de abuso sexual infantil em São Paulo

Piloto da Latam é preso em Congonhas, suspeito de integrar rede de exploração sexual infantil; operação aponta atuação há oito anos e três vítimas identificadas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Operação batizada de Apertem os Cintos desmonta esquema de crimes sexuais contra crianças e adolescentes. Foto: Reprodução
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  • Piloto da Latam, Sérgio Antonio Lopes, de 60 anos, foi preso na manhã desta segunda-feira dentro de uma aeronave no Aeroporto de Congonhas, com destino ao Rio de Janeiro.
  • Ele é suspeito de integrar uma rede de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, que funcionava há pelo menos oito anos.
  • A operação Apertem os Cintos é coordenada pela 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia, ligada ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
  • Segundo o inquérito, o piloto usava documentos falsos para levar menores a motéis; uma mulher de 55 anos foi presa por aliciar as próprias netas, entre 10 e 14 anos.
  • Três vítimas identificadas têm 11, 12 e 15 anos; mandados de busca e apreensão são cumpridos em São Paulo e Guararema, indicando atuação organizada entre os investigados.

Na manhã desta segunda-feira, 9, um piloto da Latam foi preso dentro de uma aeronave no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, antes da decolagem com destino ao Rio de Janeiro. Ele é suspeito de integrar uma rede de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.

A operação, denominada Apertem os Cintos, é conduzida pela 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia, ligada ao DHPP. Segundo a Polícia Civil de São Paulo, o piloto Sérgio Antonio Lopes, de 60 anos, atuaria há pelo menos oito anos no esquema. Os investigadores apontam envolvimento em estupro de vulnerável, favorecimento da prostituição e exploração sexual infantil.

Relatórios apontam que o piloto utilizava documentos falsos para levar menores a motéis. Em paralelo, uma mulher de 55 anos foi presa sob acusação de aliciar as próprias netas, com idades entre 10 e 14 anos, em troca de pagamento. Ambos tinham mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça.

Três vítimas foram identificadas no inquérito, com idades de 11, 12 e 15 anos, todas submetidas a graves situações de abuso e exploração sexual. A operação também cumpriu mandados de busca e apreensão contra outros investigados na capital paulista e em Guararema, na Região Metropolitana.

Para os investigadores, os elementos reunidos até o momento indicam atuação organizada, com divisão de funções entre os envolvidos. A polícia não divulgou detalhes adicionais sobre a participação de outras pessoas ou instituições.

A defesa do piloto preso ainda não foi localizada pela reportagem, segundo a agência responsável pela apuração. A Latam foi contatada, mas não houve retorno oficial até a publicação. As informações são apuradas pela imprensa e pela Polícia Civil.

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