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Adolescente morre após agressão de piloto em Brasília

Adolescente de 16 anos morre em Brasília após agressão de piloto; Turra segue preso e STJ negou habeas corpus, mantendo investigações

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
O piloto Rodrigo Turra é suspeito de agredir o adolescente Rodrigo Castanheira (à esquerda) que veio a óbito neste sábado 7. Créditos: Reprodução
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  • Morreu neste sábado, dia 7, o adolescente de 16 anos Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, que foi agredido pelo piloto Pedro Arthur Turra Basso (19).
  • Rodrigo estava internado há 16 dias em estado gravíssimo na UTI do Hospital Brasília, em Águas Claras, após sofrer traumatismo craniano e uma parada cardiorrespiratória de 12 minutos.
  • A briga começou depois que o piloto lançou um chiclete em um amigo da vítima; imagens mostram a agressão e impactos contra um veículo.
  • Pedro Turra está preso preventivamente desde o dia 2 de fevereiro no Centro de Detenção Provisória, no Complexo Penitenciária da Papuda.
  • O Superior Tribunal de Justiça negou, na quinta-feira, 5 de fevereiro, o pedido de habeas corpus da defesa; a prisão já havia sido mantida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal para crime de necessidade de continuidade das investigações.

Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 anos, morreu neste sábado. A vítima foi agredida por Pedro Arthur Turra Basso, de 19, em Brasília, durante uma briga que começou por um desentendimento envolvendo um chiclete.

O adolescente estava internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Brasília, em Águas Claras, desde 23 de janeiro, em coma induzido. O óbito foi confirmado pelo advogado da família, Albert Halex, nesta manhã.

Durante as agressões, Rodrigo chegou a bater a cabeça em um veículo, sofrendo traumatismo craniano. Houve parada cardiorrespiratória de 12 minutos, conforme relatos de familiares.

Pedro Turra está preso preventivamente desde 2 de fevereiro no Centro de Detenção Provisória, no Complexo Penitenciário da Papuda. A prisão visa à continuidade das investigações.

Situação judicial

Na quinta-feira, 5 de fevereiro, o Superior Tribunal de Justiça negou habeas corpus apresentado pela defesa do piloto. A decisão confirma a prisão, mantendo-a para assegurar as apurações.

O TJDFT já havia mantido a prisão, entendendo ser necessária para a condução das investigações. A defesa ainda pode recorrer para revisar o caso.

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