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Polícia prende turista argentina por gesto racista no Rio

Turista argentina é presa preventivamente no Rio por injúria racial contra quatro funcionários em bar de Ipanema; passaporte retido e tornozeleira eletrônica

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
A turista argentina Agostina Paez fez ofensas racistas em Ipanema, na zona sul do Rio, no dia 14 de janeiro. Foto: Reprodução/Redes Sociais
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  • A Polícia Civil do Rio prendeu a turista argentina Agostina Paez, indiciada por injúria racial, por ofensas a quatro funcionários de bar em Ipanema no dia catorze de janeiro.
  • A prisão preventiva foi decretada no dia cinco pela 37ª Vara Criminal do Rio, a pedido do Ministério Público.
  • A Justiça já havia proibido a denunciada de deixar o país, reteve o passaporte e determinou o uso de tornozeleira eletrônica.
  • Segundo a denúncia, Paez chamou um funcionário de negro de forma ofensiva e fez gestos simulando o animal, além de proferir novas ofensas na calçada em frente ao bar.
  • O crime de racismo prevê pena de dois a cinco anos de prisão.

Agostina Paez, turista argentina, foi indiciada por injúria racial após ofensas proferidas contra quatro funcionários de um bar em Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro, no dia 14 de janeiro. O ato ocorreu durante a cobrança da conta no estabelecimento localizado na Rua Vinícius de Moraes. A denúncia aponta discriminação por raça e cor.

A prisão preventiva da denunciada foi decretada no dia 5 de fevereiro pela 37ª Vara Criminal do Rio, a pedido do Ministério Público. A Justiça já havia determinado que ela não poderia deixar o país, reteve seu passaporte e autorizou o uso de tornozeleira eletrônica.

Segundo a ação penal, Paez estava acompanhada de duas amigas e, ao discordar do valor da conta, chamou um funcionário de negro, com o objetivo de inferiorizá-lo pela raça. Ao voltar à caixa, chamou-o de “mono” e simulou o gesto de animal.

Ato subsequente e desdobramentos

Ainda na calçada em frente ao bar, a denunciada teria reiterado ofensas raciais, emitido ruídos e repetido gestos imitando macaco contra três funcionários do estabelecimento.

O crime de racismo prevê pena de prisão de dois a cinco anos, conforme a legislação vigente. As investigações seguem para confirmar elementos adicionais do caso e apurar eventual participação de outras pessoas.

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