- A Polícia Federal deflagrou a operação Zona Cinzenta, com mandados de busca e apreensão em Macapá, para investigar aportes da Amprev no Banco Master.
- Em 2024, a Amprev investiu ao menos R$ 400 milhões no banco comandado por Daniel Vorcaro.
- O caso faz parte de desdobramentos do caso Master em estados, após a prisão do ex-presidente da Rioprevidência, Deivis Marcon, na mesma investigação sobre aportes de cerca de R$ 1 bilhão.
- A PF busca apurar irregularidades na gestão de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Amapá (RPPS/AP).
- A investigação analisa a aprovação e execução de investimentos da autarquia estadual em Letras Financeiras emitidas por banco privado, com possível enquadramento em gestão temerária e gestão fraudulenta.
Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Federal nesta manhã em Macapá, no Amapá, para investigar aportes realizados pela Amprev, a Amapá Previdência, no Banco Master. A operação, batizada de Zona Cinzenta, visa apurar irregularidades na gestão de recursos do RPPS/AP.
Segundo a PF, a investigação mira a aprovação e execução de investimentos da autarquia estadual na instituição financeira privada, através de Letras Financeiras. Os crimes investigados são gestão temerária e gestão fraudulenta.
A ação envolve quatro mandados, expedidos pela Justiça Federal na capital macapaense. Em 2024, a Amprev teria feito aportes de ao menos 400 milhões de reais no Master, banco controlado por Daniel Vorcaro.
Contexto e desdobramentos
Este é mais um desdobramento do caso Master em nível estadual. Ainda nesta semana, o ex-presidente da Rioprevidência, Deivis Marcon, foi preso na investigação sobre aportes próximos de 1 bilhão de reais no Master.
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