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PF mira Amapá Previdência por aporte de R$ 400 milhões no Master

PF deflagra operação Zona Cinzenta para apurar gestão de recursos do RPPS do Amapá, com aporte de R$ 400 milhões no Banco Master

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Institutos públicos de previdência espalhados pelo país investiram, somados, mais de R$ 1 bilhão em papéis do Banco Master, de acordo com dados do INSS
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  • A Polícia Federal deflagrou a operação Zona Cinzenta, com mandados de busca e apreensão em Macapá, para investigar aportes da Amprev no Banco Master.
  • Em 2024, a Amprev investiu ao menos R$ 400 milhões no banco comandado por Daniel Vorcaro.
  • O caso faz parte de desdobramentos do caso Master em estados, após a prisão do ex-presidente da Rioprevidência, Deivis Marcon, na mesma investigação sobre aportes de cerca de R$ 1 bilhão.
  • A PF busca apurar irregularidades na gestão de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Amapá (RPPS/AP).
  • A investigação analisa a aprovação e execução de investimentos da autarquia estadual em Letras Financeiras emitidas por banco privado, com possível enquadramento em gestão temerária e gestão fraudulenta.

Oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Federal nesta manhã em Macapá, no Amapá, para investigar aportes realizados pela Amprev, a Amapá Previdência, no Banco Master. A operação, batizada de Zona Cinzenta, visa apurar irregularidades na gestão de recursos do RPPS/AP.

Segundo a PF, a investigação mira a aprovação e execução de investimentos da autarquia estadual na instituição financeira privada, através de Letras Financeiras. Os crimes investigados são gestão temerária e gestão fraudulenta.

A ação envolve quatro mandados, expedidos pela Justiça Federal na capital macapaense. Em 2024, a Amprev teria feito aportes de ao menos 400 milhões de reais no Master, banco controlado por Daniel Vorcaro.

Contexto e desdobramentos

Este é mais um desdobramento do caso Master em nível estadual. Ainda nesta semana, o ex-presidente da Rioprevidência, Deivis Marcon, foi preso na investigação sobre aportes próximos de 1 bilhão de reais no Master.

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