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Perícia aponta bala alojada na cabeça de corretora morta, diz defesa

Perícia ainda não confirmou bala alojada na cabeça da corretora Daiane Souza; laudo não foi divulgado e investigação aponta homicídio e ocultação de cadáver em Caldas Novas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • A perícia não confirmou oficialmente a existência de bala alojada na cabeça da corretora Daiane Alves Souza; laudos ainda não foram divulgados.
  • O corpo foi encontrado em uma área de mata na região de Caldas Novas, em Goiás, com a investigação apontando que o crime ocorreu em cerca de oito minutos.
  • O síndico colaborou com as investigações, indicando onde o corpo foi abandonado; houve a apreensão de um celular relacionado ao caso para perícia.
  • A polícia indica que Daiane foi levada ao subsolo do prédio após o desligamento proposital da energia do apartamento; a única imagem do suspeito é das 12h27, e não havia câmeras nos acessos às escadas.
  • O filho do síndico, Michael, foi preso por obstrução da investigação; o síndico deve responder por homicídio e ocultação de cadáver.

Durante perícia, a Polícia Técnico-Científica não confirmou a existência de projétil alojado na cabeça de Daiane Alves Souza, corretora de imóveis encontrada morta na madrugada de 28 de março em uma área de mata na região de Caldas Novas, Goiás. O laudo pericial ainda não foi liberado.

O advogado da vítima, Plínio Mendonça, informou à CNN Brasil que houve apreensão de um celular na tubulação de esgoto do condomínio, que também passará por perícia para confirmar se seria o aparelho de Daiane. A defesa destacou que a informação é extraoficial e depende da divulgação oficial.

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) confirmou que o laudo não foi concluído, o que impede confirmar a existência de uma bala. O corpo foi localizado pela própria PCGO em área de mata, no entorno do condomínio.

Dinâmica do crime

A polícia apura que Daiane pode ter sido morta entre o momento em que sumiu das imagens de segurança e o registro da passagem de outra moradora pelo local, em cerca de oito minutos. A confirmação ocorreu durante coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira.

A investigação aponta que o crime ocorreu dentro do condomínio, com a vítima sendo retirada sem vida do subsolo. A única imagem do suspeito no dia é de meia- hora anterior, e não houve registro dos acessos por elevadores ou por câmeras nas escadas.

Investigações e suspeitos

O síndico do prédio confessou, ao colaborar com as investigações, o local onde o corpo foi abandonado, segundo a Polícia Civil. O movimento adicional de investigação envolve o filho do síndico, Michael, preso por obstrução de prova, que teria substituído o celular do pai para dificultar as apurações.

A polícia entende que Cléber, síndico, possuía motivos e histórico de conflitos com Daiane, além de responder a uma série de processos. Ele deverá responder por homicídio e ocultação de cadáver, segundo a Polícia Civil.

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