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Dois agentes federais identificados em tiroteio fatal que matou Alex Pretti

Dois agentes federais identificados na morte de Alex Pretti; Ochoa e Gutierrez, da Alfândega e Proteção de Fronteiras, estão sob investigação do Departamento de Justiça (DOJ)

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
A sign demanding justice for Alex Pretti hangs from handlebars before a memorial unity bike ride for Pretti in Minneapolis, Minnesota, on Saturday.
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  • Dois agentes da Customs and Border Protection (CBP), Jesus Ochoa, 43, agente de patrulha de fronteira, e Raymundo Gutierrez, 35, integrante da operação de campo, foram identificados como atiradores no confronto que resultou na morte de Alex Pretti, em Minneapolis.
  • Alex Pretti tinha 37 anos e trabalhava como enfermeiro de unidade de terapia intensiva no hospital do Department of Veterans Affairs.
  • Na ocasião, os agentes participavam da operação Metro Surge, ampla ofensiva de imigração em Minneapolis, com várias equipes armadas.
  • O CBP informou que os agentes foram afastados e não divulgou publicamente os nomes; a falta de transparência gerou críticas.
  • O Departamento de Justiça abriu investigação da seção de direitos civis sobre o caso.

Dois agentes federais identificados publicamente foram os que atiraram em Alex Pretti na semana passada, em Minneapolis, segundo documentos oficiais e reportagens da ProPublica. Os oficiais eram Jesus Ochoa, agente de patrulha de fronteira, e Raymundo Gutierrez, da CBP. As informações foram veiculadas após a divulgação de registros governamentais.

Pretti, de 37 anos, era enfermeiro de unidade de tratamento intensivo no hospital da VA. O tiroteio gerou protestos generalizados e reacendeu o debate sobre as ações de imigração em vigor no país. A administração Trump também fez declarações contestadas sobre o episódio nos dias que se seguiram.

A operação que envolveu os agentes é a chamada Operation Metro Surge, lançada em dezembro como parte de uma ampla ofensiva de imigração. O objetivo é ampliar o alcance de ações de fiscalização, com várias equipes armadas atuando em Minneapolis.

Identidades e informações disponíveis

Os registros indicam que Ochoa, 43 anos, ingressou na CBP em 2018, como agente de patrulha de fronteira, e Gutierrez, 35, ingressou em 2014, atuando na divisão de operações de campo e integrando uma equipe de resposta especial. Ambos são naturais do sul do Texas.

A CBP, que emprega os dois, não revelou publicamente os nomes, citando questões de segurança. A instituição afirmou que os agentes ficaram afastados após o incidente, enquanto a investigação prossegue.

Na sexta-feira, o Departamento de Justiça abriu uma apuração do Civil Rights Division sobre o tiroteio. Diversas autoridades legislativas de ambos os partidos pedem transparência e esclarecimentos completos sobre o ocorrido.

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