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Polícia apreende celulares de adolescentes suspeitos pela morte do cão Orelha

Polícia apreende celulares de dois adolescentes suspeitos pela morte do cão Orelha; retorno antecipado ao Brasil e encaminhamento para perícia dos dados

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Orelha era um dos cães mascotes da região da Praia Brava, em Florianópolis. Créditos: Reprodução/Redes sociais
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  • A Polícia Civil apreendeu os celulares de dois adolescentes suspeitos de participar das agressões ao cão Orelha, que morreu em Florianópolis no início de janeiro.
  • Os aparelhos estavam com os jovens que estavam fora do Brasil; o retorno antecipado ao país foi confirmado por monitoramento conjunto com a Polícia Federal.
  • Os dispositivos serão encaminhados para extração de dados, e os adolescentes já foram intimados para depor.
  • A apreensão foi autorizada pela Vara da Infância e Juventude da Capital, com aval da Promotoria da Infância e Juventude, e realizada pela Delegacia Especializada de Adolescentes em Conflito com a Lei em parceria com a Delegacia de Proteção Animal.
  • Três familiares de adolescentes já foram indiciados por coação no curso do processo; testemunhas teriam sido pressionadas, incluindo o segurança de um condomínio na Praia Brava; outras buscas resultaram na apreensão de celulares e dispositivos para perícia.

A Polícia Civil apreendeu celulares de dois adolescentes suspeitos de participação nas agressões ao cão Orelha, morto em Florianópolis no início de janeiro. Os aparelhos foram encontrados durante ação realizada nesta quinta-feira, 29, em responsabilidade da DEACLE e da DPA.

Os jovens estavam fora do Brasil e voltariam apenas na semana seguinte, mas o retorno foi antecipado. A chegada ao país está sendo monitorada em conjunto com a Polícia Federal para confirmar a data de desembarque.

Os dispositivos serão encaminhados para extração de dados, segundo afirmou o delegado-geral Ulisses Gabriel. Os adolescentes já foram intimados para depor e prestar esclarecimentos sobre o caso.

A apreensão dos aparelhos ocorreu com autorização da Vara da Infância e Juventude da Capital, mediante parecer da Promotoria da Infância e Juventude. A operação também reuniu equipes de outras investigações ligadas ao episódio.

Três familiares dos adolescentes já foram indiciados por coação no curso do processo. A acusação envolve pressão a testemunhas que teriam informações sobre os maus-tratos ao animal.

Entre as testemunhas, estaria o segurança de um condomínio na Praia Brava, em Florianópolis, que teria presenciado as agressões. Mandados de busca e apreensão também foram cumpridos em residências de outros suspeitos, com apreensão de mais celulares e equipamentos.

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