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Capitão da PM do RJ é expulsado por conversar com traficante Doca

Capitão Alessander Estrella Rosa é expulso da PM do Rio após vídeos que revelam conversas com Doca, do Comando Vermelho, e negociações em Belford Roxo

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
O capitão da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, identificado como Alessander Ribeiro Estrella Rosa
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  • O capitão Alessander Ribeiro Estrella Rosa foi expulso da Polícia Militar do Rio de Janeiro após vídeos vazados em que negociacióna a retirada de barricadas em Belford Roxo com Doca, chefe do Comando Vermelho.
  • A decisão foi anunciada nesta quarta-feira (28) pelo secretário de estado da Polícia Militar, Coronel Menezes.
  • O militar já havia sido nomeado, em novembro, para compor a Comissão de Fiscalização do Batalhão de Belford Roxo (39º BPM), ligada a um contrato de R$ 118 milhões com a empresa de câmeras.
  • A demissão teve base em parecer da Corregedoria, ligado a acusações de transgressões disciplinares; ele chegou a ser preso em 20 de maio de 2025.
  • Ele é suspeito de integrar grupo de extermínio e havia sido homenageado na Assembleia Legislativa em março de 2023 com medalha de bons serviços prestados pelo governador Cláudio Castro.

O capitão Alessander Ribeiro Estrella Rosa foi expulso da Polícia Militar do Rio de Janeiro após ser flagrado em conversas com Doca, líder do Comando Vermelho, e com traficantes. Vídeos vazados mostram o oficial negociando a retirada de barricadas em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A decisão foi anunciada nesta quarta-feira, 28 de janeiro de 2026, pelo secretário de Estado da Polícia Militar.

Segundo a PM, o desligamento ocorreu com base no parecer de um processo administrativo aberto na Corregedoria. O documento considerou graves acusações que resultaram na prisão do capitão em 20 de maio de 2025. O caso envolve suspeitas de transgressões disciplinares graves.

O capitão integrava o Batalhão de Belford Roxo (39º BPM) e era membro de uma Comissão de Fiscalização criada para acompanhar contrato de R$ 118 milhões entre a PM e a empresa Consórcio RJ Vigilância Inteligente, voltado à instalação de câmeras nos veículos.

A PM informou que, além das investigações, o oficial é alvo de suspeitas de participação em grupo de extermínio. Em março de 2023, ele teria recebido a Medalha de Bons Serviços, outorgada pelo governador na ocasião, em reconhecimento a atuação administrativa.

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