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Caso Cão Orelha: famílias defendem inocência de adolescentes

Pais de um dos adolescentes negam envolvimento e dizem sofrer acusações; polícia cumpre três mandados de busca e investiga coação de testemunha, sem arma localizada

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • Famílias de dois adolescentes negam envolvimento na morte do cão Orelha e dizem que os filhos sofrem ameaças e exposição de dados pessoais.
  • Pais afirmam que o filho “não tem qualquer relação com o fato” e que a viagem pré-programada tem sido interpretada como fuga.
  • Outra família também negou participação do filho nas agressões e disse que ele não aparece em vídeos que circulam nas redes.
  • A Polícia Civil de Santa Catarina realizou, na manhã desta segunda-feira, três mandados de busca e apreensão nos endereços dos suspeitos, com o objetivo de esclarecer o caso.
  • O delegado Ulisses Gabriel explicou que uma das investidas visava localizar uma arma para coação de testemunha; buscas também buscaram equipamentos de tecnologia, como computadores e celulares, em casas de dois adolescentes, enquanto outros dois estão nos Estados Unidos em viagem pré-programada.

O cão denominado Orelha morreu após agressões em Florianópolis, Santa Catarina. A Polícia Civil investiga um possível grupo de adolescentes envolvido. Na manhã de hoje, a corporação cumpriu três mandados de busca e apreensão nos endereços dos suspeitos.

As famílias de dois adolescentes negam qualquer relação de seus filhos com o ocorrido. Eles relatam que as denúncias surgiram em redes sociais e que os jovens sofrem ameaças e exposição de dados pessoais. Um dos pais afirma que a viagem previamente marcada não é fuga.

Segundo a delegacia, um dos mandados mira uma pessoa que supostamente coagiu uma testemunha. A ação também buscava localizar uma arma de fogo usada para coagir a testemunha, mas o objeto não foi encontrado. Além disso, equipamentos de tecnologia foram apreendidos em duas residências; outros dois adolescentes estão nos Estados Unidos para uma viagem preexistente.

Avanços da investigação

A polícia informou que não houve captura de novos alvos neste momento e que os trabalhos seguem para esclarecer a participação de cada um. Ainda não há conclusão sobre autoria ou motivação das agressões. As investigações devem apontar responsabilidades e eventuais responsabilidades legais.

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