- Silvinei Vasques foi preso no Paraguai enquanto tentava entrar com identidade falsa e fugir para El Salvador; passou a noite na sede da Polícia Federal em Foz do Iguaçu.
- A transferência para Brasília deve ocorrer neste sábado, 27.
- Ele é condenado pelo STF a 24 anos e seis meses por envolvimento na tentativa de golpe e cumpria prisão domiciliar, mas rompeu a tornozeleira.
- O ministro Alexandre de Moraes determinou prisão preventiva após o descumprimento das medidas cautelares.
- A Polícia Federal informou que a tornozeleira parou de emitir o sinal de GPS por volta das 3h da quinta-feira, 25, e que Silvinei foi visto levando bolsas ao carro; o Ministério Público do Paraguai investiga a origem dos documentos.
Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, passou a noite de sexta-feira na sede da Polícia Federal em Foz do Iguaçu (PR). Ele foi preso no Paraguai ao tentar fugir para El Salvador com documentos supostamente falsos.
A prisão ocorreu no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, perto de Assunção. Do aeroporto, o ex-chefe da PRF foi levado à fronteira com Cidade do Leste e entregue à PF na aduana.
Vasques já cumpria prisão domiciliar, mas rompeu a tornozeleira eletrônica na madrugada de Natal. O ministro Alexandre de Moraes determinou prisão preventiva por suposta fuga da obrigação penal.
Segundo a Polícia Federal, o sinal da tornozeleira saiu por volta das 3h da quinta-feira 25. Em São José, SC, agentes localizaram o apartamento dele e constataram ausência do monitor. Imagens mostram Vasques carregando bolsas, um cachorro da raça Pitbull, ração e tapetes higiênicos para o deslocamento.
O Ministério Público do Paraguai informou que o agente foi preso por uso de identidade falsa e por entrada irregular no país, cabendo agora apurar se os documentos estavam extraviados ou roubados. A transferência para Brasília deve ocorrer neste sábado 27.
Subtítulo
Desdobramentos e próximos passos
A PF avaliaria a situação migratória e a documentação apresentada pelo ex-diretor, enquanto as autoridades paraguaias devem concluir o inquérito sobre a origem dos documentos. O caso envolve questões legais ligadas à fuga de uma pena de prisão.
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