- Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal, foi preso no aeroporto de Assunção ao tentar viajar para El Salvador com passaporte e identidade falsas.
- Ele portava uma declaração intitulada “Declaração Pessoal para Autoridades Aeroportuárias” em que afirma ter glioblastoma grau IV e que não pode falar nem ouvir.
- O documento sustenta diagnóstico de câncer na cabeça, afirma que pode se comunicar por escrito e que viajaria para realizar tratamento médico, com retorno ainda não definido.
- Vasques rompeu a tornozeleira eletrônica na madrugada do Natal e, anteriormente, havia sido condenado a vinte e quatro anos de prisão pela tentativa de golpe de Estado, conforme julgamento no Supremo Tribunal Federal.
- A viagem seria para tratamento de radiocirurgia em El Salvador, com saída de Assunção para San Salvador em voo da Copa Airlines; o retorno depende de exames e possível internação.
Na manhã desta segunda-feira, Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal, foi detido no aeroporto de Assunção ao tentar embarcar para El Salvador. Ele usava um passaporte com identidade falsa e carregava um documento que alegava tratamento médico no exterior.
O papel, intitulado Declaração Pessoal para Autoridades Aeroportuárias, afirma que Vasques não fala nem ouve por condição médica grave, diagnosticado com Glioblastoma Multiforme Grau IV. O texto detalha tratamento de radiocirurgia e uma viagem de Assunção a San Salvador pela COPA Airlines.
Segundo a polícia paraguaia, Vasques rompeu a tornozeleira eletrônica na madrugada do Natal e viajava após ser condenado a 24 anos de prisão pela tentativa de golpe de Estado no Brasil, decisão do STF anunciada em dezembro de 2025.
A declaração completa indica que o objetivo da viagem era apenas realizar o tratamento médico, com retorno ainda indefinido, sujeito a exames adicionais e possível internação. O destino informado é El Salvador, com retorno previsto para depender de avaliação médica.
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