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STF mantém proibição de emendas de Eduardo Bolsonaro e Ramagem com cinco votos

STF tem cinco votos pela manutenção da proibição de emendas indicadas por Eduardo Bolsonaro e Ramagem; julgamento do plenário virtual se encerra nesta sexta

Os ex-deputados Eduardo Bolsonaro (SP) e Alexandre Ramagem (RJ). Fotos: Bruno Spada e Mário Agra/Câmara dos Deputados
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  • STF tem cinco votos contra a liberação de emendas indicadas por Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem; votaram Zanin, Toffoli, Moraes e Cármen Lúcia, mantendo a posição de Dino.
  • O julgamento ocorre no plenário virtual, iniciou em 19 de dezembro e deve terminar nesta sexta-feira, dia 6.
  • O relator disse que não há base constitucional para mandato parlamentar exercido no exterior, já que Eduardo e Ramagem residem nos Estados Unidos.
  • Em 3 de dezembro, Dino liberou o remanejo das emendas pelos suplentes Dr. Flávio e Missionário José Olímpio.
  • Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem foram cassados: Eduardo por excesso de faltas e Ramagem devido a condenação a 16 anos.

O STF manteve a proibição de que o governo receba, libere ou execute emendas parlamentares indicadas pelos deputados cassados Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem. Os ministros Cristiano Zanin e Dias Toffoli votaram nesta quinta-feira, consolidando o entendimento contra a liberação.

A 2ª voto confirmado veio de Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia, que também acompanharam Flávio Dino. Com esses votos, o tribunal soma cinco posições contrárias à liberação dos recursos para os ex-deputados.

O julgamento ocorre no plenário virtual, iniciado em 19 de dezembro e com conclusão prevista para esta sexta-feira. O relator lembrou que a Constituição não permite exercício permanente do mandato a partir do exterior, onde Eduardo e Ramagem residem.

Contexto processual

Na terça, Dino autorizou o remanejo das emendas por substitutos de Ramagem e Eduardo, Dr. Flávio (PL-RJ) e Missionário José Olímpio (PL-SP). A Câmara pediu que as emendas fossem desbloqueadas para os substitutos.

A cassação dos bolsonaristas ocorreu em 18 de dezembro: Eduardo por excesso de faltas e Ramagem, após condenação a 16 anos em processo ligado a golpes de 2015. O STF analisa as implicações das cassações sobre as emendas.

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