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Família Moraes processa senador por declarações sobre o PCC

Escritório Barci de Moraes ajuíza ação contra o senador Alessandro Vieira por calúnia e difamação, após ligações de recursos do PCC ao escritório

Autor. “Não podemos esperar novos abusos para agir”, diz Alessandro Vieira – Imagem: Waldemir Barreto/Agência Senado
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  • O escritório Barci de Moraes informou que vai à Justiça contra o senador Alessandro Vieira por calúnia e difamação, com base em declarações dele em entrevista ao SBT News.
  • Vieira acusa ligações entre recursos da facção PCC e o escritório da família Moraes; o relator da CPI do Crime Organizado nega ter feito esse vínculo, e a banca sustenta a leitura contestada.
  • O senador afirmou haver apurações sobre chegada de recursos do PCC e circulação entre o grupo criminoso e familiares de ministros, incluindo Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.
  • Em vídeo, Vieira disse que já era esperado uma ação judicial e negou que os recursos do PCC tenham passado pelas contas do Barci de Moraes; ele alegou ter se referido ao recebimento de recursos do Banco Master pelo escritório.
  • Vieira também defendeu a instalação da CPI da Toga Master para investigar relações entre o banco de Daniel Vorcaro e ministros do STF, decisão que depende do presidente do Senado.

O escritório de advocacia Barci de Moraes informou nesta segunda-feira 16 que acionará a Justiça contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, por suposta calúnia e difamação. A ação se baseia em declarações dadas por Vieira em entrevista ao SBT News.

A banca sustenta que houve associação entre recursos da facção PCC e o escritório da família Moraes, o que o senador nega. Vieira afirmou que há apurações apontando chegada de recursos do PCC e pagamentos a autoridades de diversos poderes, entre eles membros do Judiciário.

Segundo a defesa, Vieira também sinalizou a circulação de recursos entre o PCC e familiares de ministros do STF, o que seria impróprio até avaliação de provas. O senador disse, em vídeo, que a ação judicial já era esperada e caracterizaria uma tentativa de intimidação, sem afirmar que os recursos do PCC passavam pelo escritório Barci de Moraes.

Vieira alega ter se referido ao recebimento de recursos de um banco específico, com contrato vigente entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025. A firma confirmou a prestação de serviços, sem detalhar valores, em nota divulgada no início de março.

A íntegra do caso envolve ainda a cobrança pela instalação da CPI da Toga Master, que visa investigar relações entre o Banco Master e ministros do STF. A iniciativa ganhou apoio suficiente para ser instaurada, mas depende do aval do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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