- Na Quaest, 49% dos brasileiros não confiam no STF e 43% confiam; houve queda de sete pontos percentuais em relação à rodada de agosto de 2025, com 51% afirmando que o STF teve papel importante para a democracia.
- A Quaest ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em 120 municípios entre 6 e 9 de março de 2026; a margem de erro é de dois pontos percentuais.
- No Datafolha, 43% não confiam no STF, o maior índice desde o início da série histórica em 2012; 16% dizem confiar muito na Corte e 38% confiam pouco.
- O Datafolha aponta queda na avaliação de desempenho dos ministros: “ótima” ou “boa” caiu de 32% para 23%, e “ruim” ou “péssima” subiu de 35% para 39%.
- A percepção de desconfiança na Justiça como um todo aumentou, indo de 28% para 36%, o maior nível da série histórica iniciada em 2017.
O levantamento Genial/Quaest, divulgado nesta semana, mostra queda na confiança no STF entre brasileiros. A pesquisa aponta que 49% não confiam na Corte, enquanto 43% confiam, com 8% sem opinião. Em relação a agosto de 2025, houve recuo de 7 pontos percentuais entre os que confiam.
Paralelamente, o Datafolha indica piora acentuada na imagem do STF. O percentual que não confia no tribunal subiu para 43%, o maior desde o início da série em 2012. A parcela que confia muito caiu de 24% para 16%.
A diferença entre os institutos se repete quando se observa a avaliação do trabalho dos ministros. Quaest mostra persistência de apoio da democracia, com 51% reconhecendo papel importante do STF. Datafolha aponta queda de confiança na atuação, de 32% para 23%.
Quaest
A Quaest entrevistou 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em 120 municípios entre 6 e 9 de março de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança. O estudo também registra desconfiança generalizada em relação ao conjunto das instituições, em que 40% afirmaram que todas foram prejudicadas pelo caso Banco Master.
Datafolha
O Datafolha ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em 137 municípios entre 3 e 5 de março de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança. Além da queda na confiança no STF, houve aumento de desconfiança na Justiça como um todo, com passagem de 28% para 36%.
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