- A pintura The Castle of the Pyrenees (1959), de René Magritte, no Israel Museum, em Jerusalém, foi danificada por uma criança que perfurou a tela com um pinhão.
- O museu informou que a obra ficará fora de exibição durante o restauro, que inclui tratamento das camadas de tinta e reparo da tela.
- Sharon Tager, chefe de conservação, disse ao Haaretz que o instituto é experiente em conservar pinturas e objetos desde o período do Holocausto.
- A peça tem uma história curiosa: nos anos cinquenta, para esconder a visão de um prédio inconveniente, Magritte supostamente foi contratado por um cliente para pintar algo que tampasse a vista.
- Em incidente semelhante, no ano passado uma pintura de Mark Rothko, no Museu Boijmans Van Beuningen, em Roterdã, foi danificada por uma criança que fez riscos na obra.
O Castelo dos Pirenéus, pintura de René Magritte de 1959, sofreu danos no Israel Museum, em Jerusalém. A obra foi perfurada por um pinecone, causada por uma criança durante a visita.
Segundo o Times of Israel, o menino encontrou o objeto no jardim do museu e posteriormente atingiu a tela Surrealista. O museu foi contatado para esclarecer o tempo que a peça ficará fora de exibição.
Sharon Tager, chefe da conservação do museu, disse ao Haaretz que a instituição tem experiência em conservar obras deterioradas, incluindo itens históricos desde o período do Holocausto. O restauro envolve tratamento das camadas de tinta e recuperação do suporte.
A obra retrata uma rocha enorme com um castelo flutuando sobre o mar agitado, e já teve uma história marcada por incidentes curiosos, conforme divulga The Art Newspaper. Em décadas passadas, Magritte criou a peça após um pedido atípico envolvendo uma janela em Nova York.
Casos recentes de danos por crianças em museus europeus também chamam a atenção para a necessidade de vigilância durante visitas. Em Rotterdam, uma obra de Rothko sofreu riscos leves enquanto estava exposta em área de depósito.
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