- Quatro homens encapuzados entraram na Vila da Fundação Magnani Rocca, perto de Parma, e levaram três quadros durante a madrugada de segunda-feira passada.
- As obras roubadas são “Os Peixes” (1917), de Auguste Renoir; “Natureza-morta com Cerejas” (1885-1887), de Paul Cézanne; e “Odalisca no Terraço” (1922), de Henri Matisse.
- A ação durou menos de três minutos; os ladrões teriam forçado uma porta para acessar uma sala no primeiro andar e fugiram pelo parque do museu.
- A polícia federal italiana e o museu estão analisando imagens de CCTV de câmeras do local e de estabelecimentos vizinhos.
- O museu informou que a vigilância e a intervenção rápida evitaram o roubo completo, sugerindo que o objetivo pode não ter sido exclusivamente aquelas três obras.
Quatro homens encapuzados entraram na Vila da Fundação Magnani Rocca, perto de Parma, no norte da Itália, na madrugada de segunda-feira passada e levaram obras do museu. A informação foi confirmada pela polícia italiana neste domingo.
As obras roubadas são Os Peixes (1917), de Auguste Renoir; Natureza-morta com Cerejas (1885-1887), de Paul Cézanne; e Odalisca no Terraço (1922), de Henri Matisse. Os ladrões teriam forçado uma porta para acessar uma sala no primeiro andar e fugiram pelo parque do museu.
A ação durou menos de três minutos, sem improvisos, de forma estruturada, segundo a análise do museu à SkyTG24. O serviço de vigilância foi ativado e houve rápida intervenção de segurança e da carabinieri, o que impediu o roubo completo.
Investigação em curso
A polícia está revisando as gravações de câmeras de segurança do museu e de estabelecimentos vizinhos, para identificar os suspeitos e entender a rota de fuga. As imagens são consideradas fundamentais para esclarecer o caso.
A Fundação Magnani Rocca, fundada em 1977, fica a 20 km de Parma e abriga a coleção do historiador de arte Luigi Magnani, com obras de Durero, Rubens, Van Dyck, Goya, Monet e Morandi. O espaço também expõe Renoir, incluindo Paisagem de Cagnes, e recebeu O Passeio, emprestada pelo Museu Getty para 2024.
No fim de 2025 houve um roubo de joias no Louvre, em Paris, que reacendeu debates sobre a segurança dos museus, ressaltando a necessidade de melhorias nos sistemas de vigilância e resposta rápida.
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