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Mulher cujo afresco de Jesus malfeito viral morre aos 94 anos

Morta aos 94 anos, Cecilia Giménez, autora do Ecce Homo de Borja, transformou restauro falho em fenômeno mundial e impulsionou o turismo local

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Cecilia Giménez, the famous restorer of Ecce Homo, in 2013
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  • Cecilia Giménez Zueco, de Borja, na Espanha, morreu aos 94 anos.
  • Em 2012, ela restaurou o fresco Ecce Homo, de Elias Garcia Martinez, que ficou famoso mundialmente, recebendo o apelido Monkey Christ.
  • O prefeito de Borja, Eduardo Arilla, destacou que a restauradora ficou conhecida por esse episódio e era lembrada pela sua boa pessoa.
  • A repercussão atraiu mais de cento e cinqüenta mil visitantes e levou à criação do Centro de Interpretación Ecce Homo, inaugurado em 2016; Giménez realizou uma exposição com 28 pinturas.
  • Na época da restauração, ela disse ao jornal The New York Times ter ficado devastada com as críticas.

Cecilia Giménez Zueco, conhecida pela restauração do fresco Ecce Homo, faleceu aos 94 anos. O episódio ocorreu em Borja, no nordeste da Espanha, em 2012, quando a obra de Elias Garcia Martínez ganhou uma releitura inesperada. A ação transformou-se em viralidade mundial, gerando memes e cobertura global.

O trabalho, feito na Igreja do Santuário da Misericórdia, próximo a Zaragoza, ficou conhecido como Monkey Christ devido à semelhança do rosto com um macaco. A repercussão chegou a apagar o foco da arte original e atraiu atenção midiática expressiva à cidade.

Quem acompanha o caso descreve Giménez como pessoa de boa intenção. O episódio gerou ampulheta turística para Borja: mais de 150 mil visitantes conheceram a intervenção, segundo veículos de arte. O Centro de Interpretación Ecce Homo foi inaugurado em 2016 para contextualizar a obra.

Em 2012, a restauração provocou sofrimento à artista, que relatou ter sido alvo de críticas pela obra. Ainda assim, o episódio ampliou a curiosidade sobre restaurações de arte popular e favoreceu a economia local durante o período de pico de visitas.

O legado de Giménez inclui uma exposição com várias de suas pinturas em Borja, destacando a trajetória que começou com uma intervenção controversa. A homenagem foi divulgada pelo prefeito da cidade, Eduardo Arilla, em rede social.

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