- Produção de petróleo do Brasil em fevereiro chegou a 4,061 milhões de barris por dia, alta de 16,4% na comparação anual, impulsionada por campos operados pela Petrobras.
- O desempenho mensal foi liderado pelo pré-sal, responsável por cerca de 80% do total (aproximadamente 3,264 milhões de bpd).
- Fevereiro superou o recorde anterior de outubro de 2025, quando a produção ficou em 4,030 milhões de bpd.
- Petrobras manteve a liderança, com 2,459 milhões de bpd, ante 2,146 milhões de fevereiro de 2025, alta de 14,8%. Shell aparece em seguida com 420,14 mil bpd (+17,1%), e TotalEnergies com 183,02 mil bpd (+31,2%).
- Produção de gás natural atingiu 197,63 milhões de metros cúbicos por dia, (+24,5% YoY; +2,3% frente a janeiro). No total, petróleo e gás chegaram a 5,304 milhões de boe/d em fevereiro de 2026.
A produção de petróleo do Brasil atingiu 4,061 milhões de barris por dia em fevereiro, segundo a ANP. O resultado representa alta de 16,4% frente a fevereiro de 2025 e superou o recorde anterior de outubro de 2025.
O desempenho manteve o recorde mensal estabelecido em outubro de 2025, com 4,030 milhões de bpd. O avanço é impulsionado pela atuação de campos operados pela Petrobras.
O pré-sal respondeu por cerca de 80% do total, com 3,264 milhões de bpd de petróleo. O conjunto dos resultados de fevereiro reforça a tendência de crescimento do setor no ano.
Volume de produção por concessionária
A Petrobras manteve a liderança, totalizando 2,459 milhões de bpd, alta de 14,8% em relação a fevereiro de 2025. A Shell ficou em segundo, com 420,14 mil bpd, +17,1% na mesma comparação. TotalEnergies teve 183,02 mil bpd, +31,2%.
A participação da Shell e da TotalEnergies destaca o papel de parceiras na exploração do pré-sal. As variações refletem ajustes operacionais e condições de campo ao longo do mês.
A produção de gás natural chegou a 197,63 milhões de m³/d em fevereiro, 24,5% acima de fevereiro de 2025. Em relação a janeiro de 2026, houve alta de 2,3%.
Nem todo o gás produzido ficou no mercado. Foram disponibilizados 65,42 milhões de m³/d, enquanto 107,77 milhões de m³/d foram reinjetados nos campos. O consumo interno foi de 18,61 milhões de m³/d e houve queima de 5,82 milhões de m³/d.
Somando petróleo e gás natural, o Brasil atingiu 5,304 milhões de boe/d em fevereiro de 2026, recorde histórico agregado.
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