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Estreito de Ormuz completa uma semana sem ataques, navios cruzam devagar

Estrecho de Ormuz completa uma semana sem ataques; o fluxo de navios caiu para cerca de um décimo do normal, com passagem seletiva mediante coordenação com Irã

Un petrolero anclado en el puerto de Sultán Qaboos mientras el tráfico se reduce en el estrecho de Ormuz, en una fotografía del 12 de marzo.
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  • Depois de uma semana sem ataques, Teerã informou à ONU e à Organização Internacional Marítima que navios “não hostis” podem transitar por Ormuz, desde que coordenem previamente com as autoridades iranianas.
  • O tráfego diário pelo estreito caiu cerca de 90%, de cerca de 100–120 embarcações antes da ofensiva para apenas algumas dezenas por dia.
  • Mesmo com a coordenação autorizada, centenas de barcos seguem parados em Ormuz; alguns cruzam após diálogo com o Irã, enquanto outros pagam pedágios informais elevados.
  • Há também um desvio entre as ilhas iranianas de Qeshm e Larak, utilizado por uma parcela de navios, incluindo petroleiros de diversas bandeiras.
  • O setor de seguros marítimos ajustou coberturas desde o início da guerra, com redução de cobertura para águas iranianas e aumento de tarifas; até 23 de março, houve registro de oito passagens no último levantamento, com operação ainda volátil.

Enfrentando uma escalada de conflitos, o estreito de Ormuz registra uma semana sem ataques iranianos ao tempo em que o tráfego de navios continua reduzido. O número de embarcações que atravessam o corredor, crucial para o mercado global de petróleo, caiu cerca de 90% desde o início das hostilidades. Teerã informou que navios considerados não hostis podem transitar, desde que haja coordenação prévia com autoridades iranianas.

Centenas de navios permanecem parados ou desviam o trajeto, com muitos carregados de petróleo. Dados de Marine Traffic mostram que, antes da ofensiva, 100 a 120 embarcações cruzavam diariamente o estreito; agora, esse fluxo fica em torno de uma dezena por dia. O envio de avisos ao Conselho de Segurança da ONU e à Organização Marítima Internacional ocorreu na terça-feira, 24 de março, segundo fontes da Reuters.

Novo regime de passagem

O governo iraniano disse, em comunicado, que o estreito permanece aberto para navios não aliados aos ofensores, mas que a passagem exige coordenação com autoridades iranianas. Em contrapartida, um diálogo diplomático permitiu a travessia de um petroleiro tailandês sem pagamento, enquanto outras informações indicam cobrança de peagens informais por algumas empresas. Alguns navios estão tomando desvio entre as ilhas Qeshm e Larak, com maior proximidade ao continente, para obter autorização.

Apesar do ajuste, a normalização completa segue distante. Observadores apontam que a atividade no estreito continua volátil e aquém do usual. Entre 1º e 23 de março, as passagens variaram de 29 a 8 navios por dia, com episódios de apenas 1 passagem em alguns dias. Empresas de seguros também ajustam cobertura, elevando preços ou excluindo riscos em águas iranianas.

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