- O Departamento do Interior informou que a TotalEnergies concordou em abrir mão de dois contratos de concessão de parques eólicos offshore nos EUA.
- Em vez disso, a empresa investirá aproximadamente $1 billion na produção de petróleo e gás nos Estados Unidos.
- Esse valor corresponde ao que foi pago pela compra das concessões para desenvolver vento offshore nas costas da Carolina do Norte e de Nova York.
- A operação é apresentada como uma forma de frear o desenvolvimento de energia eólica offshore, em linha com as políticas da administração Trump em combustíveis fósseis.
- Juízes federais já haviam derrubado ordens para interromper projetos de vento offshore, e este acordo é visto como outra via para limitar o setor.
A empresa francesa TotalEnergies vai desistir de dois contratos de energia eólica offshore nos EUA e direcionar investimentos para projetos de combustíveis fósseis. O Departamento do Interior informou na segunda-feira que a companhia concordou em abrir mão dos arrendamentos e investir cerca de US$ 1 bilhão na produção de petróleo e gás nos Estados Unidos. O montante corresponde ao valor pago pela aquisição dos direitos de explorar e desenvolver energia eólica marítima nas costas da Carolina do Norte e de Nova York.
Segundo o governo americano, o acordo envolve a cessão de dois arrendamentos de vento offshore, com a empresa optando por investir em infraestrutura ligada a combustíveis fósseis em território nacional. A medida representa uma saída diferente dos processos judiciais que, no passado, haviam permitido retomar projetos de energia eólica em meio a disputas regulatórias.
A operação ocorre em meio a uma mudança de curso político confessada pela administração de Donald Trump, que passou a priorizar combustíveis fósseis. Em contrapartida, cortes e decisões judiciais já haviam suspendido ordens de interrupção de projetos de energia limpa, segundo relatos apurados pela imprensa internacional. A notícia é vinculada a uma transição de investimentos e a uma reorientação estratégica da empresa.
Fontes: Associated Press. A reportagem não cita contatos ou informações adicionais de ports de terceiros. Autor: Jennifer McDermott, AP.
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