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EUA autorizam petrolímera francesa a operar na Venezuela

Estados Unidos autorizam Maurel & Prom a operar na Venezuela; licença ampliada determina que impostos e royalties sejam pagos a contas designadas pelo Tesouro, com destino ao Catar

A sede da PDVSA, em Caracas. Foto: Miguel Zambrano/AFP
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  • EUA autorizam a francesa Maurel&Prom a operar na Venezuela, sob licença ampliada do Tesouro americano.
  • A licença já incluía BP, Chevron, Eni, Repsol e Shell; Maurel&Prom passa a integrar as cinco grandes que podem atuar no setor.
  • As transações permitidas abrangem operações do setor petrolífero ou de gás na Venezuela, sujeitas a condições.
  • Qualquer pagamento de impostos ou royalties deve ir para contas designadas pelo Tesouro dos EUA.
  • O secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, visitou a Venezuela e se reuniu com a presidente interina Delcy Rodríguez.

O governo dos Estados Unidos informou nesta quarta-feira uma licença para a empresa francesa Maurel&Prom atuar na Venezuela, permitindo transações relacionadas ao setor petrolífero ou de gás no país. A autorização integra Maurel&Prom à lista de cinco grandes multinacionais que já podiam operar no setor.

A licença atualizada é emitida pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Tesouro (OFAC) e expande a permissão para realizar pagamentos ligados às operações, dentro de regras específicas. Além da francesa, permanecem autorizadas BP, Chevron, Eni, Repsol e Shell.

Detalhes da licença atualizada

A nova autorização determina que pagamentos de impostos ou royalties sobre petróleo e gás devem ser destinados a contas designadas pelo Tesouro dos EUA, com uso temporário de contas no Catar.

O anúncio ocorre em meio a deslocamentos diplomáticos observados no cenário venezuelano. No início deste mês, o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, visitou a Venezuela, reunindo-se com a presidente interina Delcy Rodríguez.

A reunião entre Wright e Rodríguez destacou a cooperação do governo venezuelano com reformas legais para o setor petrolífero, tema central para a atuação de empresas estrangeiras na região. A visita é apresentada como passo relevante para o andamento de operações internacionais no setor.

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