- A Office of Foreign Assets Control (OFAC) dos Estados Unidos levantou as sanções sobre o petróleo venezuelano, autorizando várias companhias a realizar operações no setor.
- A licença permite que BP, Chevron, Eni, Repsol e Shell operem na Venezuela e realizem transações envolvendo o governo venezuelano e a PDVSA.
- O objetivo é reativar atividades de empresas multinacionais no país, onde elas atuam desde 1993, com foco em investimentos no setor.
- A notícia ocorre após o encontro entre o secretário de Energia dos EUA e a presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, em que se reiterou a pretensão de ver uma grande onda de investimentos.
- Nesta mesma semana, o Tesouro dos Estados Unidos emitiu licenças para fornecer equipamentos e tecnologia necessários à produção de petróleo e gás na Venezuela, beneficiando empresas como Halliburton e SLB.
A administração dos Estados Unidos autorizou, nesta sexta-feira, o levantamento gradual de Sanções impostas ao petróleo venezuelano. As licenças permitem que companhias promovam operações no setor de petróleo e gás com o governo da Venezuela e com a PDVSA, estatal venezuelana. A medida marca um passo relevante na relação entre Washington e Caracas.
A liberação autoriza empresas como BP, Chevron, Eni, Repsol e Shell a realizar transações previamente proibidas por sanções, detalha o documento assinado por Bradley T. Smith, responsável pela OFAC. As permissões abrangem operações ligadas a petróleo e gás na Venezuela.
Esse movimento ocorre em meio a encontros entre autoridades dos dois países. Nesta semana, o secretário de Energia dos EUA, citado pela imprensa, viajou à Venezuela para reunião com a presidente Delcy Rodríguez, em Miraflores. Fontes oficiais indicam interesse dos EUA em ver grande fluxo de investimentos.
Na mesma semana, o Tesouro americano já havia emitido licenças para permitir que empresas forneçam equipamentos e tecnologia à Venezuela para ampliar a produção petrolífera. As autorizações citam Halliburton e SLB como possíveis atuantes no país.
Os licenciamentos representam uma reestruturação do cenário econômico venezuelano, com presença de multinacionais no setor desde 1993. Analistas mencionam que a flexibilização pode acelerar investimentos e parcerias entre empresas internacionais e o setor público venezuelano.
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