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3 Perguntas: Modelos preditivos para caracterizar a progressão de tumores

MIT usa inteligência artificial para mapear a evolução tumoral, com ecDNA acelerando resistência e abrindo caminhos para novas terapias direcionadas

Matthew Jones poses in the Koch Institute Gallery with large scientific images behind him
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  • Pesquisador do MIT trabalha para decodificar processos moleculares do câncer e prever como tumores evoluem para resistir a tratamentos usando IA e aprendizado de máquina.
  • Foco do estudo: como mudanças genéticas, epigenéticas e dinâmicas celulares moldam a progressão tumoral e a capacidade de resistência.
  • Um tema central é a amplificação de DNA extracromossômico (ecDNA), que pode acelerar a evolução tumoral e já está presente em cerca de 25% dos cânceres mais agressivos, como cérebro, pulmão e ovário.
  • Técnicas de rastreamento de linhagens de células únicas ajudam a reconstruir a história evolutiva do tumor, permitindo identificar quando mutações agressivas surgem.
  • Objetivo: classificar pacientes que devem responder a determinados fármacos, antecipar resistência e indicar novos alvos terapêuticos, conectando engenharia e ciências biológicas no MIT.

O assistente professor Matthew G. Jones, da MIT, trabalha para decifrar processos moleculares em nível genético, epigenético e do microambiente para prever como e quando tumores evoluem para resistir a tratamentos. O objetivo é usar modelos preditivos que ajudem a melhorar desfechos dos pacientes.

Jones atua na MIT, no Koch Institute e no Institute for Medical Engineering and Science. A pesquisa busca transformar dados de laboratório e clínicos em estratégias para antecipar resistência terapêutica e indicar alvos terapêuticos, com foco em evolução tumoral.

Uma linha central do trabalho é a amplificação de DNA extracromossômico, o ecDNA, presente em cerca de 25% dos cânceres, principalmente nos mais agressivos como cerebral, pulmonar e ovariano. Essas moléculas alteram as regras de evolução tumoral, acelerando a agressividade.

Para estudar ecDNA e evolução tumoral, utiliza-se rastreamento de linhagem em células únicas. Essa abordagem ajuda a mapear quando surgem mutações agressivas e como interromper esses caminhos evolutivos, com o objetivo de stratificar pacientes e neutralizar a resistência a fármacos.

O pesquisador aponta que a integração entre engenharia e ciências biológicas é valorizada na comunidade MIT. A estrutura do Koch Institute favorece a colaboração entre engenheiros e cientistas, fortalecendo a formação de novas gerações de pesquisadores.

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