- Seis estabelecimentos de São Paulo passaram a integrar o Selo de Valor Cultural, elevando o total para 97 locais na cidade.
- Entre as novidades estão O Gato que Ri e La Casserole, no Largo do Arouche, Café Floresta e Estadão Bar e Lanches, no Centro, além de Leiteria Ita, Galeria Luísa Strina, no Jardim Paulista.
- A confirmação foi feita pela comunicação do Departamento do Patrimônio Histórico; o selo é concedido desde 2015 pelo Conpresp, após deliberação.
- Os locais passam a ganhar placa informativa e são incluídos no GeoSampa, o mapa digital da cidade.
- A lista completa de endereços reconhecidos pode ser consultada pela prefeitura; o selo abrange atividades diversas, incluindo gastronomia, galerias e comércios tradicionais, com reavaliação a cada cinco anos.
Seis novos estabelecimentos de São Paulo passaram a integrar o Selo de Valor Cultural, que destaca locais com relevância histórica e simbólica para a cidade. A confirmação foi dada pela comunicação do Departamento do Patrimônio Histórico (DPH). Com as inclusões, a cidade chega a 97 locais certificados desde 2015.
Entre as novidades, estão o Gato que Ri e La Casserole, ambos no Largo do Arouche, além do Café Floresta e do Estadão Bar e Lanches, no Centro. O selo é concedido pelo DPH após deliberação do Conpresp.
Novidades na lista
No Centro e região do Jardim Paulista, entram o O Gato que Ri, La Casserole, Leiteria Ita, Estadão Bar & Lanches, Galeria Luísa Strina e Café Floresta. Os endereços passam a exibir a placa informativa e entram no GeoSampa.
O Gato que Ri, inaugurado em 1951, mantém cantina com massas caseiras, risotos e filé à parmegiana, mantendo o estilo tradicional do período. La Casserole, de 1954, traz paladar francês e drinques assinados por Chula Barmaid.
Leiteria Ita funciona desde 1953, com comidas caseiras e um balcão amplo que remete ao boteco. O Estadão, aberto em 1968, é conhecido pelo lanche de pernil, consumido em várias versões no Viaduto 9 de Julho.
A Galeria Luísa Strina, fundada em 1974, é uma instituição cultural do Jardim Paulista, pioneira na promoção de artistas brasileiros. O Café Floresta, no Copan, serve cafés e chás em ambiente vintage desde a década de 1970.
Continuidade e alcance do selo
A lista completa de nomes reconhecidos permanece em constante atualização pela Prefeitura. Além de restaurantes, o selo abrange padarias, bares, galerias, livrarias e outros espaços de relevância para a memória da cidade.
O Selo é concedido após avaliação técnica do DPH e deliberação do Conpresp. A cada cinco anos, há nova verificação para confirmar a manutenção dos valores históricos e culturais que embasaram a concessão.
O reconhecimento facilita a identificação de pontos de referência para moradores e visitantes. A medida também formaliza o compromisso público com a preservação de patrimônios imateriais e materiais de São Paulo.
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