- PP e União Brasil discutem liberar coalizões nos estados ou manter neutralidade na eleição presidencial, caso apoiem Flávio Bolsonaro nacionalmente.
- Se houver apoio nacional ao filho de Bolsonaro, será preciso liberar alianças locais; no Nordeste há possibilidade de apoio a Lula, e no Sul, a Flávio Bolsonaro.
- Líderes dos partidos afirmam que ainda não há posição definida e que novos fatos envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro podem mudar cenários.
- O Partido Liberal realizou reunião conjunta de deputados e senadores para consolidar o apoio a Flávio, em meio a apreensão sobre desdobramentos.
- A cúpula do PL acredita que o impacto sobre as intenções de voto ficará mais claro em dez a quinze dias; Bolsonaro continua a decisão sobre o candidato e não cogita substituição por Michelle Bolsonaro.
A Federação PP e União Brasil discutem liberar coligações nos estados ou adotar neutralidade na eleição presidencial, em meio ao caso envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. A ideia é avaliar cenários de apoio nacional.
A conversa ocorre após a divulgação de mensagens ligando Flávio Bolsonaro a Vorcaro, que alimentaram dúvidas sobre alianças possíveis até o fim do mês. A discussão interna mira estratégias regionais.
Dirigentes do PP apontam que, se houver apoio nacional a Flávio Bolsonaro, será necessário liberar coligações nos estados com outras siglas. Abertura para alianças locais é citada como condição.
Fontes do PP afirmam que não há acordo para fechar com o PL em todas as unidades da federação. No Nordeste, há expectativa de apoio a candidaturas de Lula, e no Sul, de Flávio Bolsonaro, conforme a leitura de cada estado.
Outro líder do Progressista ressalta que o PL está próximo de fechar com Flávio, mas não há obrigação de definir posição neste momento. A cautela diante de fatos novos é destacada.
O comando do PL convocou reunião conjunta de deputados e senadores para consolidar o apoio a Flávio Bolsonaro, buscando demonstrar força. Internamente, há apreensão quanto a desdobramentos futuros.
A cúpula do PL estima que o impacto real do caso sobre as intenções de voto de Flávio deverá ficar claro em dez a quinze dias, quando as informações se consolidarem. Até lá, veem oscilações, não pânico.
Segundo as informações, a decisão presidencial envolve Bolsonaro, que não cogita substituir o filho da corrida. Não há sinal de substituição por Michelle Bolsonaro neste momento.
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