- O diretório estadual da Rede Sustentabilidade de São Paulo declarou apoio à pré-candidatura de Marina Silva ao Senado e à de Fernando Haddad ao governo do estado, em nota divulgada na terça-feira, 21.
- O documento elogia Marina e a apresenta como nome central para o momento político, reforçando alianças no campo progressista.
- O apoio a Haddad é visto como parte de um projeto de reconstrução da capacidade pública do estado, com responsabilidade econômica e promoção da justiça social.
- A nota paulista critica a gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e defende retomar políticas sociais e preparar o estado para enfrentar as mudanças climáticas.
- O movimento em São Paulo contrasta com o tom da direção nacional, que reagiu com indignação à decisão de Marina de permanecer no partido, ainda que reconheça convergência em pontos-chave da estratégia com Lula e Haddad.
Marina Silva recebe apoio de diretório paulista da Rede Sustentabilidade para o Senado em São Paulo e para Haddad no governo do estado. A posição foi anunciada na terça-feira, 21, em meio a tensões internas na sigla. O texto apresenta Marina como referência para o momento político e Haddad como parte de um projeto de reconstrução de políticas públicas.
A nota do diretório paulista valoriza a trajetória de Marina Silva e defende um campo político comprometido com responsabilidade econômica e justiça social. Também critica a gestão atual do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e defende políticas sociais que preparem o estado para as mudanças climáticas.
A posição paulista ocorre em meio a divergências entre a coordenação nacional e o escritório estadual da Rede, que recentemente adotou tom diferente daquele da direção nacional. A direção nacional reagiu a Marina permanecer no partido com críticas e afirmou ter recebido o anúncio com indignação e perplexidade.
Mesmo diante do atrito nacional, a Rede em São Paulo sustenta convergência em pontos centrais da estratégia eleitoral, como apoio ao presidente Lula (PT) e a Haddad. A tensão interna na sigla ganhou dimensão após a vitória de um grupo pró‑Marina na disputa pelo comando nacional em 2025.
A articulação no campo progressista paulista vem nesse contexto, com a formação de chapas envolvendo PT, PSOL e PSB. A Rede paulista reforça o papel de Marina como nome central e coloca Haddad como peça fundamental para o redesenho das políticas públicas estaduais.
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