- Antonio Maíllo, coordenador federal da Izquierda Unida, pediu que o Sumar abra o debate para escolher o novo líder da esquerda alternativa antes de maio; disse que não acredita que haja espaço vazio na política e que já tem um possível candidato, sem revelar o nome.
- A declaração ocorreu em Sevilha, durante encontro com jornalistas; Maíllo também é candidato da coalizão Por Andalucía à presidência da Junta de Andalucía.
- A fala surge pouco mais de 48 horas após o resultado ruim em Castela e Leão, onde a coalizão de IU e Sumar teve 2,2% dos votos e não conquistou assento; o Podemos teve 0,74%.
- Paralelamente, Movimento Sumar abriu o debate sobre a reeleição de lideranças; está marcada uma reunião do grupo coordenador neste sábado para definir um processo político de relançamento do partido.
- A porta-voz parlamentar do grupo, Verónica Barbero, apoiou que a Assembleia seja a forma escolhida para esse debate, destacando as mudanças recentes e a necessidade de participação da militância.
Maíllo propôs nesta segunda-feira que os membros de Sumar acelerem a escolha do novo líder da esquerda alternativa, substituindo Yolanda Díaz. O anúncio foi feito durante conversa com jornalistas em Sevilha. A meta é ter a decisão tomada até maio, sem admitir que haja recuo definitivo. Maíllo disse que já aponta um candidato, mas não revelou o nome.
O coordenador de IU participou do encontro em meio aos resultados ruins em Castilla y León, onde a coalizão que integra Sumar ficou com 2,2% dos votos e não conquistou cadeiras. Podemos também teve desempenho baixo, com 0,74% dos apoios, ampliando a pressão interna.
Mudanças internas em Sumar
Movimiento Sumar abriu o debate sobre a reeleição dos líderes. Está agendada uma reunião do grupo coordenador neste sábado para discutir a abertura de um processo político que relance a estrutura em uma nova etapa. A união entre os partidos de Sumar no governo está em foco.
Verónica Barbero, porta-voz do grupo parlamentar, defendeu que a Assembleia seja o formato para o debate sobre liderança. Segundo ela, aconteceram mudanças recentes e é positivo ouvir a militância antes de decisões.
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