- Hannah Spencer, deputada do Partido Verde pela órbita de Gorton e Denton, fez seu primeiro discurso na Câmara defendendo tolerância, inclusão e mais MPs de origens de trabalho manual.
- Ela venceu a byelection, rompendo uma maioria de 13 mil votos do Labour e derrotando o candidato de Reform, Matthew Goodwin; o Labour ficou em terceiro.
- Spencer disse que quer que alguém com uma ocupação similar à dela tenha assento no Parlamento, para representar quem trabalha com as mãos.
- Em discurso durante a sessão sobre o Dia Internacional da Mulher, lembrou que algumas crianças brincaram de “Hannah the plumber” na escola para ilustrar representatividade.
- A deputada afirmou que a região de Gorton e Denton sofre há décadas com negligência e promessas não cumpridas, e reiterou o compromisso de combater desigualdades, mantendo o foco na saúde e no bem-estar local.
A deputada verde Hannah Spencer usou seu primeiro discurso na Câmara para defender tolerância, inclusão e a entrada de mais pessoas com origem em trabalhos manuais no Parlamento. O objetivo é ampliar representatividade e reduzir desigualdades.
Spencer, que venceu a byelection de Gorton and Denton, ressaltou a importância de alguém com sua formação ocupacional ocupar um assento no plenário. Ela fez referência à curiosa lembrança de estudantes vestindo-se como “Hannah, a encanadora” em eventos de Dia Internacional da Mulher.
A vitória na byelection foi expressiva: Spencer derrotou o candidato da Reform e rompeu com a maioria de cerca de 13 mil votos do Labour, levando o partido a ficar em terceiro lugar. O episódio marca uma guinada para a sua base eleitoral.
Em seu discurso, a nova MP destacou a necessidade de unir comunidades locais e citou diversas figuras e grupos da região, incluindo mulheres, trabalhadores da construção, veteranos e pessoas em situação de vulnerabilidade. Ela prometeu manter o foco em saúde, educação e igualdade.
Spencer lembrou o predecessor Labour, Andrew Gwynne, reconhecendo o trabalho dele na redução de desigualdades. A deputada afirmou que a lição do Dia Internacional da Mulher é que, apesar das lutas distintas, a humanidade é comum.
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