- Erika Hilton afirma que mudanças no Senado no texto do fim da escala 6×1 podem desidratar a proposta.
- Ela diz que, na Câmara, já houve ajustes para viabilizar a aprovação; alterações no Senado podem enfraquecer o conteúdo e atrasar a tramitação.
- A deputada acredita que a medida pode ser aprovada antes das eleições, defendendo calendário do primeiro semestre; deixar para depois pode abrir espaço para mudanças mais profundas.
- Em caso de atraso ou alterações, a pressão já utilizada na Câmara pode se repetir, com mobilização nas ruas, redes e locais de trabalho.
- Ela rebate críticas de que a votação seria eleitoreira, afirmando que a matéria está atrasada e que a direita tentou obstruir o debate.
Erika Hilton afirma que alterações no Senado ao texto que trata do fim da escala 6×1 servem para desidratar o conteúdo. A deputada federal pelo PSOL-SP participou do programa Frente a Frente, do Canal UOL, para comentar o tema.
Segundo Hilton, na Câmara já houve ajustes e pactos para viabilizar a aprovação da proposta. Ela entende que mudanças no Senado podem enfraquecer pontos acordados e atrasar a tramitação.
A parlamentar disse que não vê mais margens de alteração significativas no texto na Câmara. Ela afirmou ter sido possível pactuar tudo o que era necessário para encaminhar a matéria.
Ela mencionou que, se houver mexidas no Senado, o objetivo seria desidratar questões relevantes do texto. A deputada reforçou que a Câmara já concluiu os ajustes possíveis.
Hilton acredita na possibilidade de aprovar a proposta ainda no primeiro semestre, antes do período eleitoral. A deputada disse que adiar a votação para depois das eleições pode abrir espaço para mudanças maiores.
Caso o Senado atrase ou altere o texto, a parlamentar informou que a mobilização já usada na Câmara pode se repetir. Ela citou atuação de ruas, redes e espaços de trabalho como instrumentos.
A deputada ressaltou que a cobrança social ocorreu também em fábricas, postos de trabalho e shoppings. Segundo ela, a mobilização é parte do caminho para encaminhar a matéria.
Sobre críticas de que a votação seria eleitoreira, Hilton afirmou que o tema está parado há décadas e que a direita tentou obstruir o debate. Ela atribuiu as tentativas de manobras a interesses políticos.
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