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Senadores conservadores pedem Mendonça relator no Master, em vez de Nunes Marques

Grupo de sete senadores pede ao STF a redistribuição da relatoria da ação sobre a CPI do Master de Kássio Nunes Marques para André Mendonça, por conexão investigativa

Senadores querem que Mendonça vire relator de pedido sobre CPI do Banco Master
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  • Sete senadores pedem ao STF a redistribuição da relatoria da ação para abrir a CPI do Master, de Kássio Nunes Marques para André Mendonça.
  • Alegam que Mendonça seria o ministro competente por já ser o relator das investigações sobre o Banco Master, com conexão ao caso.
  • Assinam a petição Damares Alves, Eduardo Girão, Marcos Pontes, Magno Malta, Espiridião Amin, Plínio Valério e Alessandro Vieira.
  • O pedido já havia sido dirigido a Mendonça, mas a relatoria foi sorteada a Nunes Marques.
  • Os senadores apontam omissão de Alcolumbre em instalar a CPI, afirmando que há 53 assinaturas e o caso aguarda encaminhamento desde novembro.

Um grupo de sete senadores pediu ao STF que a relatoria de uma ação para obrigar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a abrir a CPI do Master seja redistribuída do ministro Kássio Nunes Marques para André Mendonça. A origem do pedido envolve o pedido de abrir a CPI do Banco Master.

Segundo os parlamentares, Mendonça é o ministro mais adequado para analisa r a demanda, pois já atua como relator das investigações sobre o escândalo da instituição financeira. Eles sustentam que há conexão entre os casos, configurando o princípio do juiz natural.

O pleito foi formulado na segunda-feira, por senadores de direita e de centro. Assinam Damares Alves, Eduardo Girão, Marcos Pontes, Magno Malta, Espiridião Amin, Plínio Valério e Alessandro Vieira. Nunes Marques já recebeu o pedido para deixar a relatoria.

Quem está envolvido

Os senadores afirmam que Alcolumbre está deixando de instalar a CPI no Senado, o que qualificam como omissão. Alegam que o requerimento já tem 53 assinaturas, acima das 27 mínimas, e está pronto para encaminhamento desde novembro. O STF é o caminho para compelled a atuação.

Eles argumentam que o caso tem “identidade de contexto” com as apurações sobre fraudes da instituição, embora ocorram em esferas distintas. O grupo afirma que a inércia da autoridade responsável pelo impulso do processo legislativo impede a coleta de informações necessárias.

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