- CPMI do INSS deve votar nesta sexta o relatório final, anunciado pelo presidente do colegiado, senador Carlos Viana.
- O anúncio ocorreu após a maioria do Supremo Tribunal Federal derrubar a liminar que prorroga a CPMI.
- Carlos Viana criticou o resultado do julgamento e disse que a decisão atrapalha a continuidade das investigações.
- O senador afirmou esperar que a Procuradoria-Geral da República apresente denúncias e que a Justiça condene os alvos listados no relatório.
- A matéria está em atualização.
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), informou na noite desta quinta-feira (26) que a comissão deve votar, nesta sexta, o relatório final. O anúncio ocorreu após o Supremo derrubar a decisão que prorroga a CPMI.
A maioria da Corte rejeitou a liminar defendida pelo ministro André Mendonça, que estendia os trabalhos. Na avaliação de Viana, o resultado representa o fim do andamento das investigações para os aposentados que veem ampliar o alcance do inquérito.
O senador afirmou esperar que a Procuradoria-Geral da República apresente denúncias e que a Justiça condene os alvos listados pela CPMI. O objetivo é responsabilizar agentes envolvidos no suposto esquema financeiro, conforme acompanhamento da comissão.
Ação e expectativas
A CPMI continua com o escrutínio sobre documentos e depoimentos já recolhidos. A temporada de votações desta semana centraliza a consolidação do relatório final, que pode apontar recomendações para o Legislativo e o Ministério Público. O desfecho ainda depende de tramitação final no Senado.
Fontes ligadas à CPMI relatam que a ordem dos trabalhos privilegia a identificação de responsabilidades em diferentes setores do poder. A expectativa é consolidar dados para embasar eventuais encaminhamentos oficiais.
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